sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Sapatilhas


Quando se fala em gajedo, vulgo mulheres, um dos fetiches que lhe são associados é os sapatos. E não raras vezes se ilustra como um dos seus fetiches como um grande espaço do "closet", como diz o povo irmão, reservado para uma espécie de montra repleta desses espécimes...
Pois bem, mais uma vez eu fujo à regra hehe Confesso que de há uns meses para cá, tenho adquirido um o outro par (alguns com salto, vá-se lá imaginar), para certas e determinadas ocasiões e para, de quando em vez, ter um ar mais sopimpa ;) Mas o que verdadeiramente impera no meu quarto é SAPATILHAS. Elas são as minhas rainhas. E não tem necessariamente de ser de marca, se eu olhar para elas e tiverem aquele "quê", associado a um preço aceitável serão certamente minhas ;) Quantas vezes estou eu a afinar o modelito calçando uns sapatitios e sempre acabo por não resistir ao conforto de uma bela sapatilha?! (Alguém acredita que há uns 3 anos talvez, fui ao Calçado Guimarães comprar umas sapatilhas (que não chegaram aos 20 euros!) e passado uma semana de ter visto que eram mesmo muito à frente, voltei e comprei um par igual, pois provavelmente não iria encontrar outro tão cedo???!!! Pois bem, o primeiro par já está bem gasto, mas ainda duram mais um bocadito. O que é certo é que debaixo da minha cama o segundo par está ainda dentro do mesmo saco, bem guardadinho para, quando for a vez de o primeiro partir, este lhe suceder!!!!
Desde sempre que assim me conheço. Julgo não haver um motivo específico, sempre fui assim. Identifico-me quer com o calçado em si, quer por todo o estilo prático/simples/funcional que ele dá. A última aquisição foram umas pretas, com uns atacadeiros cinzento brilhante (bem giras), género botita! São tão quantinhas que nem me apetece descalçá-las.
Bem, digo com todas as letras: eu não seria eu sem, pelo menos, um par de sapatilhas nos pés!! Honestly :) Só quero (e lutarei por isso todos os dias) que daqui a uns valentes anos, quando eu tiver mais cabelos brancos do que os 4/5 que já encontrando no meu "cucuruto"hehe, eu continue sempre a calçá-las com a minha energia, o meu vigor, e o meu "eu" de sempre!
Acho que acabo de escrever este (grande) post, também para me consciencializar das minhas características interiores e me ajudar a recuperar da ferida dos últimos dias. Aos poucos, vou conseguindo :)

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Barreiras

Anteontem, tive um acontecimento (bastante agradável) na minha vida que já não vivia há algum tempo. Deixou-me o ego bastante em alta, devo dizer. E, mais uma vez, não conseguindo segurar a minha impetuosidade, fiz algo que não deveria ter feito. Como se diz na gíria, devia ter ficado "sugadita". E aconteceu o inverso, ou seja, o que me tinha deixado bastante bem, meteu-me para baixo... E, juntamente com a ansiedade destas minhas novas funções angústia é o adjectivo por que passei ontem e, ainda mais, hoje. Esta mensagem aborda o assunto por alto para quem está por fora, e assim é que deve ser, mas deixo aqui esta pergunta: Quando é que eu vou conseguir ultrapassar esta barrreira da minha vida e da minha mandeira de ser/agir?

Sinceramente, não sei...

domingo, 15 de novembro de 2009

Here I go!


Já começou a contagem decrescente. Amanhã reentro então ao trabalho, cheia de força e de ideias :) Estou aqui no meu cantinho, entrando lentamente em modo stand by e preparando as coisitas, para amanhã estar operacional! Alguma ansiedade à mistura, que acontece sempre (e ainda bem!), mas sobretudo alegria.

sábado, 14 de novembro de 2009

Popota Natal 2009

Esquecendo o facto de estar associada à onda consumista que a época natalícia traz consigo, quem inventou a personagem "Popota" (no ano passado, salvo o erro) já estava de parabéns, mas em 2009 quem inventou este spot, ainda por cima com esta música, que é o verdadeiro power!, merece mesmo um aumento no final do mês!!! Está muito louco :)

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

46 semanas depois

46 semanas depois de ter tomado uma das decisões mais ousadas e difíceis da minha vida (apesar de necessária, não foi fácil não...) eis que se abriu uma das portas por que eu ansiava. Segunda-feira começo num trabalho novo, aqui em Ansião e na minha área, para já durante um ano (depois, logo se vê!)!!

Foram tempos difíceis, de angústia, mas numa luta constante para alcançar objectivos. Como há cerca de um ano escrevi no mail que difundi no meu anterior trabalho, mesmo no dia em que me vim embora, "vale mesmo a pena lutar pelos nossos sonhos". E a prova disso, é a energia que sinto dentro de mim. Estou cheia de vontade para (re)começar a trabalhar, criar projectos, continuar a crescer como pessoa e cimentar os alicerces do meu futuro (esta agora foi profunda!).

E pronto, acho que é isto. Não podia deixar de fazer aqui este apontamentozinho. Agora, voltarei a ter a "minha" cadeira, a "minha" secretária, a minha agenda com tarefas, etc e tal.

Hoje à noite, vou rezar. Mas desta vez não é para pedir ajuda, mas sim para agradecer este presente :)

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

"Quem chorará por mim?"




Rainer Maria Rilke
"... tenha paciência com tudo aquilo que está por resolver no seu coração. Tente amar as interrogações em si, como se estas fossem compartimentos trancados e livros escritos numa língua desconhecida. Não procure agora as respostas. Estas não lhe podem ser dadas neste momento, pois não as conseguiria viver. É uma questão de vivermos todas as experiências. No momento presente, precisa de viver a interrogação. Talvez a pouco e pouco, sem sequer dar por isso, dê por si a viver a resposta, num qualquer dia longínquo".
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Theodore Roosevelt
"Não é o crítico que interessa, o indivíduo que mostra como o homem forte tropeçou ou em que aspectos o autor das proezas poderia ter feito melhor. Os louros pertencem ao homem qe está realmente na arena, cujo rosto está sujo de pó, de suor e de sangue, que porfia com valentia, qe erra e fica aquém uma vez mais e outra, que conhece os grandes entusiasmos, as grandes devoções e se consome numa causa nobre que, no seu melhor, conhece no final os triunfos dos grandes feitos e que, no pior dos cenários, se falha, pelo menos falha ao atrever-se de tal maneira que o seu lugar nunca será junto daquelas almas frias e timoratas que não conhecem a vitória nem a derrota".
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David Ogilvy
"Não bata o taco [uma alusão ao basebol americano] com frouxidão. Aponte para fora dos limites do campo. Vá fazer companhia aos imortais".
Confesso que já fiz esta mesma pergunta a mim mesma agumas vezes: "Quem chorará por mim?". Talvez por isso este livro, de Robin S. Sharma (o mesmo autor de "O monge que vendeu o seu Ferrari), se cruzou comigo anteontem numa tarde de Outono na biblioteca local. Lá o trouxe, e fazendo uma pausa do outro livro que ando a ler, lá comecei a folheá-lo, depois a ler com atenção e presentemente a devorar. É um livro aparentemente simples, mas com o qual estou verdadeiramente a aprender. Não é disso que é feita a vida, afinal?! Acima, três passagens das muitas que já anotei num cadernito :) Fazem pensar, sem dúvida. Fazem relativizar as coisas menos boas (não se trata de fingir que não existem, mas vivê-las com menor intensidade) e superlativizar as melhores, as que mais interessam e que melhor nos alimentam, enfim aquelas a que na maior parte das vezes não ligamos... São 101 pequenas lições. Vou retomar na 52ª ;)
P.S.: Parabéns pai :) 66 anos de uma vida psicologicamente dura/tramada mas empreendedora/ousada, que me inspirará para sempre.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Denis Waitley - 1924

"O sucesso está quase totalmente dependente de dinamismo e persistência. A energia extra necessária para fazer mais um esforço ou tentar outra via é o segredo dos vencedores".

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Sem título...

Há dias e dias. Dias de trabalho, dias de descanso, dias de luta e dias de luto... Todos compõem a vida. Nos últimos tempos, eu situo-me nos de luta, por uma vida com que me identifique mais, mais estável, mais sossegada, rodeada pelas pessoas que mais admiro e de quem mais gosto. Mas, no meio deste mar que é a vida, quando pensamos recomeçar a atravessar a bonança, eis que surge a tempestade, sem aviso prévio, que nos prega uma valente rasteira, que nos tolhe a alma. Hoje foi um desses dias...

Agora, estou aqui no meu canto, lambendo mais esta ferida que fica bem dentro de mim, que não conseguirei apagar, mas que me fará mais forte. Amanhã é assim que acordarei. Certa de que, apesar de tudo, a singela existência que tento diariamente empreender, algum dia me dará frutos bonitos. Não sei bem quando, mas tenho que acreditar que eles virão.