Há uns dias fui até Coimbra, entre outras coisas, ver o filme "Comer Orar Amar", do qual gostei bastante. Pelo meio do filme, alguém perguntava à protagonista - a grande Julia Roberts - qual era a sua palavra. E eu pus-me a pensar que tenho duas palavras que adoro particularmente:
Irrepreensível, porque a associo a uma pessoa para a qual se olha e que tem um aspecto jovial (não sendo necessariamente jovem), limpo, cuidadom, afável, elegante. Associo muito esta palavra às décadas de 50 - 70 em que julgo notar-se, pelo menos na filmografia, uma particular atenção sobre este aspecto irrepreensível das pessoas. E tenho também um pequeno testemunho do meu avô materno, que mesmo na casa dos 90, quando saía à rua, mesmo que numa mera ida ao médico ou ao supermercado, fazia questão de sair de casa irrepreensível, de colete, calcinha vincada, sapato irrepreensivelmente engraxado e cabelo irrepreensivelmente penteado. Gosto mesmo muito desta palavra.
Vertiginosos, também aprecio bastante este adjectivo, que se vê maioritariamente associado aos saltos altos. "Uns saltos altos vertiginosos". Também a associo a elegância e, consequentente, ou não, ao tal estado irrepreensível.
Mas, em suma, parece-me que a junção vertiginosamente irrepreensível me parece bastante bem conseguida. Tenho dito.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Morte
Há já vários dias que tenho tido um pensamento recorrente: a morte. A minha em particular. Há cerca de uma semana, esse pensamento apareceu de uma forma tão intensa, que se eu fechasse os olhos, parecia que estava a cair num buraco tão fundo e uma velocidade alucinante, de tão forte e triste que esse pensamento era. De facto, é um cliché, mas a morte é a única coisa certa que temos nesta nossa existência. Mas tenho-me sentido verdadeiramente triste quando penso que todos morreremos, que acaba tudo, que vão acabando as pessoas de quem gostamos e que nos fazem falta, que tanto poderemos morrer de uma forma tranquila (se é que isso existe), como na sequência de um acontecimento violento. Tenho feito um esforço grande para não pensar nisto muitas vezes e para, quando isso não é possível, levar o pensamento para uma zona positiva e humildemente acreditar que de facto não poderemos fazer nada para evitar a morte, mas poderemos fazer (ou tentar pelo menos, dia-a-dia) na nossa vida algo importante, cultivar as boas acções, os bons pensamentos e a melhor plenitude possível.
Mas não é fácil, não senhor...
Mas não é fácil, não senhor...
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Café
Já não fazia isto há mt tempo...
Quando ainda andava por Coimbra, de quando em vez, levava um pacotinho de capuccino e uma copo de plástico com tampa, daqueles do mac mesmo!, enchia com água quentinha e ficava a bebericar enquanto teclava a 100 à hora a partir das 7h00, às vezes 6h00. Bem, hoje, noutra terra, apeteceu-me fazer o mesmo. Em casa, pus uns pozinhos e café Mokambo (que saudades minha avó...) e mais uns quantos de açúcar. Meti-lhe água quentinha e rumei ao trabalho. E agora aqui estou eu :) confesso que a mistura já vai morna, mas sabe tão bem, com a chuvinha lá fora. São momentos assim que nos vão fazendo felizes :))
Quando ainda andava por Coimbra, de quando em vez, levava um pacotinho de capuccino e uma copo de plástico com tampa, daqueles do mac mesmo!, enchia com água quentinha e ficava a bebericar enquanto teclava a 100 à hora a partir das 7h00, às vezes 6h00. Bem, hoje, noutra terra, apeteceu-me fazer o mesmo. Em casa, pus uns pozinhos e café Mokambo (que saudades minha avó...) e mais uns quantos de açúcar. Meti-lhe água quentinha e rumei ao trabalho. E agora aqui estou eu :) confesso que a mistura já vai morna, mas sabe tão bem, com a chuvinha lá fora. São momentos assim que nos vão fazendo felizes :))
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
terça-feira, 21 de setembro de 2010
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Look Who's Talking (1989) Trailer
Não posso deixar de partilhar e de rever um dos filmes mais porreiraços da saudosa década de 80. Recorde-me TÃO bem das gargalhadas que me fez dar. Para rever e rever e rever e rever
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