Há minutos, estava aqui a postos para começar mais um dia de trabalho e estava a pensar pôr aqui um comentário sobre esta coisa de acordar de madrugada, ainda noite, e sair para a rua quando em casa a maioria ainda dorme. Tive essa experiência durenta 3 anos e meio, eh pá e um gajo, ou uma gaja, se estiver bem, vai-se habituando. Custa mais no Inverno, mas na Primavera e no Verão nem se passa mal de todo. Mas a verdade é que a noite ou a madrugada pode ser o mais pesado e doloroso momento para as almas atormentadas...
Bem, este era a única refexão que pensei postar aqui, mas eis que em visita a um blogue que está no meu top 3 (da Laurinda Alves, acho que já aqui fiz referência a ele) encontrei uma expressão interrelaccionada com este primeiro pensamento e que achei sublime, apesar de tudo o que tem por trás: ""não é confortável isto de uma pessoa assistir ao desagregamento do seu puzzle". Deixo no ar, cada um que ler isto, interprete à sua maneira, com as suas vivências. Eu interpretei com as minhas e confesso que me vai ficar uns tempos a rondar o pensamento.
Fui.
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
domingo, 19 de dezembro de 2010
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Refresh
Entrei aqui só para refrescar a imagem do lado direito. Uma pilha de livros linda que achei por aí !
E acabei a refrescar o pano de fundo das minhas cenas tipo.
Ainda falta refrescar-me a mim própria, mas isso virá a seu tempo. Pode ser que com 2011, que sabe ;)
E acabei a refrescar o pano de fundo das minhas cenas tipo.
Ainda falta refrescar-me a mim própria, mas isso virá a seu tempo. Pode ser que com 2011, que sabe ;)
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Natal
Já há uns dias que tinha escrito numa folhita algumas lembranças que gostava de oferecer neste Natal.
Ontem, apesar de um pouco cansada, lá rumei a Cbra. Para mim, não resisti a oferecer-me uma mala muita linda (!!), umas calças, um alfinete de peito, o livro da Caderneta de Cromos e um jantar rápido no chinoca. Ah, é verdade, e uma almofada, daquelas que apoiam a cabeça. E com as dores que me têm atormentado nos últimos tempos foi mesmo bom ver um pouco de telvisão ontem, baixinho, recostada naquela compra. mesmo bom.
Para os outros, já tinha comprado três caixas de bolinhos para oferecer isoladamente, mais uma de bombons para juntar a uma outra. Depois, dois lindos brinquedos para duas pré-mamãs. Confesso que nestes casos, prefiro oferecer coisas que durem e não tipo uma roupinha que, passado 2 ou 3 meses já não serve. Então para uma delas, que ainda não sabe se vai ser menino ou menina, um conjunto de 6 cubos que têm guizinhos suaves lá dentro e que cá fora têm números, letritas, bonequitos e mais alguns desenhos. Depois para a outra, que espera uma menina, e já para incutir o espírito desportivo ;), uma tabela pequenina de basquete, com duas ventosas para colar junto à banheira. As bolas sã0, em forma de animais, que dão para encestar e, ao mesmo tempo, para encher de água, apertar e esguichar hihihi
Depois, A prenda para as 2 pessoas mais importantes da minha vida: uma experiência a vida é bela (2 noites numa quinta à escolha de Portugal). Estou mesmo feliz por me ter lembrado desta ideia e por ela já estar, sob a forma de embrulho debaixo da árvore. Que bom!
Só falta um presente, que vou comprar aqui em Ansião, para ajudar o comércio local: um cabaz com alguns produtos alimentares característicos daqui :)
E pronto, poucas coisas (para mim é que foi hein), mas já está :)
Ontem, apesar de um pouco cansada, lá rumei a Cbra. Para mim, não resisti a oferecer-me uma mala muita linda (!!), umas calças, um alfinete de peito, o livro da Caderneta de Cromos e um jantar rápido no chinoca. Ah, é verdade, e uma almofada, daquelas que apoiam a cabeça. E com as dores que me têm atormentado nos últimos tempos foi mesmo bom ver um pouco de telvisão ontem, baixinho, recostada naquela compra. mesmo bom.
Para os outros, já tinha comprado três caixas de bolinhos para oferecer isoladamente, mais uma de bombons para juntar a uma outra. Depois, dois lindos brinquedos para duas pré-mamãs. Confesso que nestes casos, prefiro oferecer coisas que durem e não tipo uma roupinha que, passado 2 ou 3 meses já não serve. Então para uma delas, que ainda não sabe se vai ser menino ou menina, um conjunto de 6 cubos que têm guizinhos suaves lá dentro e que cá fora têm números, letritas, bonequitos e mais alguns desenhos. Depois para a outra, que espera uma menina, e já para incutir o espírito desportivo ;), uma tabela pequenina de basquete, com duas ventosas para colar junto à banheira. As bolas sã0, em forma de animais, que dão para encestar e, ao mesmo tempo, para encher de água, apertar e esguichar hihihi
Depois, A prenda para as 2 pessoas mais importantes da minha vida: uma experiência a vida é bela (2 noites numa quinta à escolha de Portugal). Estou mesmo feliz por me ter lembrado desta ideia e por ela já estar, sob a forma de embrulho debaixo da árvore. Que bom!
Só falta um presente, que vou comprar aqui em Ansião, para ajudar o comércio local: um cabaz com alguns produtos alimentares característicos daqui :)
E pronto, poucas coisas (para mim é que foi hein), mas já está :)
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
"E Tudo Era Possível"
Por motivos de trabalho, cruzei-me com este poema... lindo:
"E Tudo Era Possível"
Na minha juventude antes de ter saído
da casa de meus pais disposto a viajar
eu conhecia já o rebentar do mar
das páginas dos livros que já tinha lido.
Chegava o mês de maio era tudo florido
o rolo das manhãs punha-se a circular
e era só ouvir o sonhador falar
da vida como se ela houvesse acontecido.
E tudo se passava numa outra vida
e havia para as coisas sempre uma saída
Quando foi isso? Eu próprio não o sei dizer
Só sei que tinha o poder de uma criança
entre as coisas e mim havia vizinhança
e tudo era possível era só querer.
Ruy Belo, Home de Palavra(s)
Lisboa, Editorial Presença, 1999
"E Tudo Era Possível"
Na minha juventude antes de ter saído
da casa de meus pais disposto a viajar
eu conhecia já o rebentar do mar
das páginas dos livros que já tinha lido.
Chegava o mês de maio era tudo florido
o rolo das manhãs punha-se a circular
e era só ouvir o sonhador falar
da vida como se ela houvesse acontecido.
E tudo se passava numa outra vida
e havia para as coisas sempre uma saída
Quando foi isso? Eu próprio não o sei dizer
Só sei que tinha o poder de uma criança
entre as coisas e mim havia vizinhança
e tudo era possível era só querer.
Ruy Belo, Home de Palavra(s)
Lisboa, Editorial Presença, 1999
domingo, 5 de dezembro de 2010
mais uma semana

Aqui fica mais uma daquelas fotós avulsas que vou encontraram e que têm aquele je ne sais quois, sem dúvida. Escolhi hoje esta, no início de mais uma semana, no final da qual espero (até que enfim) começar a ter ajuda mais concreta para ver a luz ao fundo do túnel e para me ajudar a que estes sintomas físicos passem de uma vez. Obrigada a quem me proporcionou essa ajuda, que me lê aqui e que me vai ouvindo tb de quando em vez.
Mais um fds de trabalho, com pouco descanso. Desligando-me daqui a minutos, para repousar a cabeça na almofada.
Mas antes disso, um episódio: há hora de almoço (e tb neste momento) tinha um gorro na cabeça. Giro, lilás, que a minha mãe fez, do género dos duendes, com direito a pompom na ponta e tudo. Bem, mas na hora de almoço, como eu ia a dizer, ao passar pelo meu pai, ele contou uma história curta, mas que fica no coração: "o meu avô, também tinha um gorro desses. E de manhã, metia lá dentro duas passitas de figo, para comer quando lhe apetecesse". Imaginei-o há dezenas de anos a fazer isso, porque hoje é o meu pai que seca os figos e faz passas. E de manhã tb as petisca, quando lhe apetece...
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