quinta-feira, 3 de março de 2011
Tiago Bettencourt - Lenço
Por estes dias, confesso-me um pouco mais viciada do que o habitual no Tiago Bettencourt. Resquícios do concerto, que foi mesmo muito porreiro. Esta foi uma das músicas que eles tocaram. Não a conhecia. Fechei os olhos para a ouvir melhor. Ponto 1. O Tiago faz uma interpretação brutal da mensagem Ponto 2. Foi buscá-la ao fundinho do baú, naquilo que acaba por ser tb uma pequena homenagem ao Alfredo Marceneiro, autor da mesma :) muito muito bom
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
A Outra Face da Lua
Num recente navegamento internáutico (!!) descobri este site (A Outra Face da Lua). É uma loja na Baixa da capital, com artigos vintage: ele é roupa, acessórios e até papel de parede!! Esta é só uma das imagens que publicitam do espaço. Uma aura muito cool, n é verdade? A ver se um dia destes vou até Lx, coisa que já não acontece há algum tempo, e visito. Coisa mai linda :)Máquina de escrever
Encontrei esta inspiradora imagem num dos blogues que costumo visitar online. É verdadeiramente mágica! De resto, este objecto faz parte do meu imaginário real de infância (imaginário real, perceberam?!) e ainda bem! E pronto, é isto, é mesmo bela esta imagem!! Agora, "ála" teclar... ao pc buuuu bem que trocava, de bom grado, por esta preciosidadeterça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Gatitos

A minha gata mais velha, a Lira, teve ontem 5 gatitos. Já é uma mãe experiente e anteontem lá aumentou a prole. Neste momento o saldo de gatos disponível lá em casa é: 9... A mais velha, listada. Um casal de adolescentes (ambos filhos dela): uma gata cinzenta e um gatão igual à mãe. Depois um crianço branbquito, que adoptei (ia ter um final não se sabe bem qual, mas desconfio...). Depois então da noite de domingo, mais 5 recém-nascidos: dois brancos, dois iguais à mãe e mais um pretinho :))
Isto vão ser muitas bocas para alimentar, mas os gatos são sempre uma excelente companhia.
Há poucos dias ouvi uma particularidade deles que, não sabia: são os únicos animais que quando pressentem a morte se afastam dos seres humanos. E penso. Há já muitos anos que sempre tenho tido gatos e, de facto, tirando um ou outro (poucos felizmente) que vi mortos na estrada que passa pertinho de casa, não me lembro de ter enterrado nenhum gato... É mais uma das fascinantes características destes animais que, sabem ser muito dóceis e amigos dos donos, mas ao mesmo tempo sem nunca perderem a sua individualidade e o seu espírito livre!
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