quinta-feira, 2 de junho de 2011

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Sorriso

Ontem tive jogo de andebol com as "minhas miúdas". Fomos até Mira d'Aire, viagem de mais de uma hora. A parte final com muitas curvas. Por norma, gosto de levar música "da minha" e um livro. A música quase sempre oiço, o livro nem sempre calha abrir. Mas ontem calhou. É um que teimosamente ainda anda comigo. Digo teimosamente porque nos últimos tempos tenho tido muito pouco tempo livre. E pouco me tem dado para ler. Mas sempre vou arranjando uns bocadinhos. Bem, mas esse título é "Pensei que o meu pai era Deus". (Apesar de o conteúdo não ter nada a ver, que frase apropriada para a minha vida actual. Ás vezes gostava que fosse, bolas) Bem, o livro basicamente pretende ser um resumo, digamos assim, de vidas e de pessoas dos EUA. A ideia começou com um programa de rádio, em que as pessoas iam contando episódios caricatos das suas vidas. E foram tantos os episódios, que a coisa deu em livro. Como em tudo, há alguns que passam despercebidos. Outro NÃO. Numa das curvas e contra-curvas da Serra d'Aire e Candeeiros, no meio de um desses episódios, li qualquer coisa neste sentido: O sorriso é algo com que mais facilmente duas pessoas se aproximam. A ideia é esta, mas dita com muito mais graça :) E eu fiquei a pensar nisto... É mesmo verdade, não é?




Um dos meus episódios caricatos, através do qual me identifico em pleno com esta frase é que me lembro do exacto momento em que o meu sorriso se cruzou com o teu, numa plenitude que me faz vibrar ainda hoje, ao recordar. Temo que essa vibração é hoje igual à que senti na altura, já lá vão? 4 anos...É algo tão profundo, e que eu, conscientemente ou não, incrustei na minha pele, que não consigo explicar racionalmente. Mas é verdade. Magoa? Claro que sim. Dá esperança? De quê? Só se for de um refúgio nessa lembrança, e em todas as outras que se lhes seguiram. Esperança de que o tempo não tenha continuado a correr e de que eu ainda lá estou no passado, ao pé de ti. E de que o teu "vai-te habituando" [dito noutro contexto, que de certeza absoluta não te lembras - mas eu lembro] me entrou no ouvido com uma doçura tão doce que, sinceramente pensei que finalmente tinha encontrado "the one". E encontrei, de facto, nunca tive dúvidas e continuo a não ter, mas o destino traçou outro caminho.




Gosto de misturar desabafos parvos no meio de palavras inspiradas. Essa inspiração, és tu que me dás. E aqui vai: caraças...




A selar este desabafo, fica uma frase belíssima da Maria Gadú: "O apego não quer ir embora, diaxo, ele tem que querer". Podes ouvi-la? (não é verdade)





http://www.youtube.com/watch?v=sID-p2pt7zs

terça-feira, 24 de maio de 2011

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Acupunctura



Há já alguns meses que tinha ido saber como era. Hoje, finalmente fui à primeira sessão, de acupunctura. Confesso que a agulhita relacionada com a vesícula e a do pulmão doeram mais do que as outras. Mas soube-me bem o momento Zen, em que estive picotada por 16 exemplares e com mais umas quantas pedritas quentes em cima de outros tantos pontos estratégicos. Em princípio de hoje a 8 dias repetirei. Se conseguir uma ajuda a desacelerar, ficarei eternamente grata às agulhas. E à senhora que mas põe :))

domingo, 22 de maio de 2011

Caminhada






Em mais um fds mais que cheio, aproveitei um bocadinho no final da manhã e pus-me ao caminho. A máquina foi comigo :)

terça-feira, 17 de maio de 2011

Bondade

Em Fevereiro, por motivos de trabalho, entrevistei um casal aqui da zona, que comemorou este ano 50 anos de casamento!! Gostei bastante daqueles cerca de 10 min que estive ao pé de ambos.

Hoje, por acaso, em alguns instantes que parei num semáforo aqui da vila, olhei para o lado e estava lá o senhor. Julgo que não me viu. Mas eu vi-o e sorri. E mantive o sorriso até chegar até casa. Não conheço pessoalmente o senhor, estive só os referidos 10 min numa pequena conversa, mas há gente assim: que transborda bondade por todos os poros do corpo. Ternura, humildade, trabalho, esforço, vida dura, amor. São algumas das coisas boas que, sem saber, me chegam. Foi por isso que sorri e é por isso que sorrio agora. Deus queira que me volte a cruzar consigo.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Bolo de arroz



Hoje de manhã, parei num dos cafezitos onde às vezes me vou abastecer para o pequeno-almoço (como saio de casa muito cedo, guardo todos os minutos para estar na posição horizontal e nem sempre como em casa). Por norma levo um pãozito com manteiga ou com queijo, mas hoje este borracho sorriu para mim. Não propriamente por ser devota a bolos, já fui mais. Mas apeteceu-me trazer algo para o meio da manhã. E agora que estou aqui a saborear o pitéu, lembrei-me que a ti Marquitas, a minha avó, gostava muito deste bolito. A par com o pão de Deus. Julgo que por serem macios para os dentitos dela. Não é por acaso que a maioria das pessoas mais velhas apreciam bastante este bolo. E pronto, está feito o apontamento do dia. Gostava de mais logo ir tomar chá com ela - como fazia tantas vezes - e levar-lhe uma cópia deste bolo de arroz. Ia gostar de certeza. Mas já não está cá...

sábado, 14 de maio de 2011