quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Seinfed
Nos últimos tempos ando vidrada nesta série, da qual sempre gostei. Já tenho 4 séries (e tenciono comprar as restantes 5). No final do dia longo de trabalho, tem sido um dos meus guilty pleasures lol E ainda mais nos ultimos 2 dias, nos quais por causa do apagão, agora é que a minha tv do quarto não apanhar canal nenhum. De modo que filmes, séries ou consola são a solução...
Bem, mas adiante: Ontem estava a ver um episódio em que o US Open estava em pano de fundo. E uma cena hilariante em que o Kramer conseguiu ser aceite como apanha bolas no torneio e, a dada altura, vai contra a (suposta) Monica Selles hehe. A determinada altura, passa em rodapé: US OPen 1993. E eu fico pensar: CUM CARAÇAS. Eu sei que a série é da década de 90, mas não tinha a noção, que num ápice estamos a falar de quase 20 anos... De facto, o tempo é uma coisa boa para algumas coisas, mas tem uma aura de mistério, que a mim me atrai/fascina (se assim posso dizer), mas que me apavora um pouco. E não estou a falar de coisas como rugas e o afamado "estou a ficar velha". Não, falo das recordações, das vivências, das experiências porque todos vamos passando e num ápice: PUFFF. Enfim, tenho dito...
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Iron Lady
Estava para ilustrar este post com uma imagem, mas na impossibilidade ficam só mesmo as palavras.
Fui ver hoje a Dama de Ferro. Adorei a parte da juventude e a do auge dela. Não pensei que grande parte do filme se centrasse na fase mais velha dela e nas recordações da vida, mas na globalidade, valeu a pena. Fica o sguinte trecho que rabisquei à pressa no intervalo:
Cuidado com os pensamentos, porque podem tornar-se palavras;
Cuidado com as palavras, porque podem tornar-se acções;
Cuidado com as acções, porque podem tornar-se hábitos;
Cuidado com os hábitos, porque podem tornar-se comportamentos;
Cuidado com os comportamentos, porque podem tornar-se no teu carácter.
SUBLIME!
Grande Tatcher e não menos grande Meryl :))
Fui ver hoje a Dama de Ferro. Adorei a parte da juventude e a do auge dela. Não pensei que grande parte do filme se centrasse na fase mais velha dela e nas recordações da vida, mas na globalidade, valeu a pena. Fica o sguinte trecho que rabisquei à pressa no intervalo:
Cuidado com os pensamentos, porque podem tornar-se palavras;
Cuidado com as palavras, porque podem tornar-se acções;
Cuidado com as acções, porque podem tornar-se hábitos;
Cuidado com os hábitos, porque podem tornar-se comportamentos;
Cuidado com os comportamentos, porque podem tornar-se no teu carácter.
SUBLIME!
Grande Tatcher e não menos grande Meryl :))
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Alberto Caeiro
Que poema lindo descobri há minutos no FB :)
"Hoje de manhã saí muito cedo,
Por ter acordado ainda mais cedo
E não ter nada que quisesse fazer...
Não sabia que caminho tomar
... Mas o vento soprava forte, varria para um lado,
E segui o caminho para onde o vento me soprava nas costas.
Assim tem sido sempre a minha vida, e
Assim quero que possa ser sempre --
Vou onde o vento me leva e não me
Sinto pensar."
Por ter acordado ainda mais cedo
E não ter nada que quisesse fazer...
Não sabia que caminho tomar
... Mas o vento soprava forte, varria para um lado,
E segui o caminho para onde o vento me soprava nas costas.
Assim tem sido sempre a minha vida, e
Assim quero que possa ser sempre --
Vou onde o vento me leva e não me
Sinto pensar."
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Forrest Gump
Já vi este filme há algum tempo. Transpira sensibilidade. E bom senso ;) E tem uma banda sonora belíssima.
Ontem, em casa de uma amiga que tem uma filhota bebé, lembrei-me da primeira música deste vídeo. Um brinquedo da menina tinha uma musiquita que ou era tipo um excerto ou era muito parecida.
Fazendo juz ao nome, feather, este som faz mesmo voar. Faz olhar para trás, pelo menos a mim faz, olhar com saudade, orgulho, tristeza, alegria. E olhar para a frente, sobretudo com esperança.
E faz o meu coração quentinho ao lembrar-me ontem (e sempre) da minha avó. É que ontem fiz a cama com lençóis de flanela. E como eu gostava de lençóis de flanela. Mas tinha de ser em casa da minha avó! Como eu gostava de dormir ao lado dela. Como eu gostava dela e como eu envergo, com orgulho e brio, tudo o que me ensinou. Já aqui escrevi várias vezes como ela me faz falta. Agora, levo a mão perto da boca, e com um levre sopro envio-lhe lá para cima esta recordação. E a pena, a da música e a que eu tenho de já não a ter perto de mim. Fisicamente.
:(
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Work Place
O meu local de trabalho foi sujeito a uma pequena limpeza hoje. É que amanhã de manhã vai receber a visita de cerca de 60 pequenotes! Até houve direito a sinalética renovada e mais colorida :)
happy
Há minutos, estava aqui a pensar: Eu sou uma miúda de (muita) sorte. Terei a agradecer aos patronos da minha disfuncional família, apesar de tudo, a Deus, a mim, às pessoas com quem me fui cruzando e ao karma que me rodeia. Pequenos agradecimentos, pois. Apesar de alguns traumas que me incendeiam, nomeadamente esta família disfuncional, a minha inabilidade para manter relações pessoais saudáveis/ normais, ainda não conseguir destravar o avanço para a minha casa e estas dores de costas que NUNCA mais passam, como eu tenho sorte. Actualmente trabalho com'ó caraças, é verdade, laboral e extra-laboralmente. E portanto, a sorte de que falo é fruto exactamente desse trabalho. Mas tenho sorte: em poder acumular 2 trabalhos, em - apesar de trabalhar quase sozinha - conseguir rentabilizar esses 2 trabalhos, sorte em ter saúde (aparte estas costas que não me têm dado descanso), sorte em estar viva, sorte em ter alguma estabilidade financeira, sorte em conseguir ter alguma estabilidade emocional, apesar de tudo... sorte em ir conseguindo ter a minha felicidade comigo, em paz, no meu cantol, a tratar da minha vida. Ia dizer sozinha, mas ninguém consegue ser nada sozinho, não é verdade? Mas pronto, sinto-me bem, em plenitude e foi isso que quis aqui retratar.
Obrigada e bom dia :)
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