quinta-feira, 10 de maio de 2012

Circo Zen



3 palavras: MUI-TO BOM :))))

Diamonds On The Inside



Ai ai que esta música é de ouvir e (quase) chorar por mais! Vou refrazear e entoar: "I met a boy... [he's far away but he still has diamonds on the inside]"

quarta-feira, 9 de maio de 2012

O Misterioso Caso de Benjamim Button



Há muitos filmes que, por um ou outro motivo, foram mágicos para mim. Houve poucos que me levaram 2 x ao cinema. Este foi um deles. É de facto, uma história e uma perspectiva da vida brutal, que faz com que demoremos a sair lá de dentro. Andava aqui a cirandar pela Net e revi uma trecho que me lembro bem de ter ouvido. Foi já na parte final, se não me engano. Hei-de voltar a vê-lo, já em dvd, e espero tb ler o livro.

For what it's worth: it's never too late or, in my case, too early to be whoever you want to be. There's no time limit, stop whenever you want. You can change or stay the same, there are no rules to this thing. We can make the best or the worst of it. I hope you make the best of it. And I hope you see things that startle you. I hope you feel things you never felt before. I hope you meet people with a different point of view. I hope you live a life you're proud of. If you find that you're not, I hope you have the strength to start all over again...

Documentos de Amor



Que trocadilhos geniais, misturados na gíria informática :)

terça-feira, 8 de maio de 2012

Vai, não vai


Prefiro "A casa dos meus sonhos", mas a ideia está bem expressa nesta imagem. Está tão perto, mas tão perto que até dói. Mas há um muro gigante que será quebrado apenas com um simples sopro. Que tarda. Que depende de mim. Chiça... Tantas ideias, tantos mini projectos, inseridos neste meu grande projecto de vida.

Ontem ao final do dia fui até à cidade. Comprei um pijama às bolinhas. Em casa, experimentei-o e, olhando-me ao espelho, pensei: Há já alguns anos, a minha avó deu-me um conjunto de lenções que desde logo destinei a darem vida à minha cama quando tivesse uma casa. E ontem tive a certeza de que, simbolicamente, aquele é o pijama que irei usar.


Espero, rezo para mim, fecho os olhos com uma força tremenda para pedir que "as forças no Universo conspirem a meu favor".

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Vida Tão Estranha



Pego nesta música que adoro para reflectir hoje, em que a morte voltou a sair à rua. Desta vez foi o pai de um colega superior no trabalho. Um septuagenário do qual, confesso, não me recordo a cara, que sucumbiu dessa doença ingrata.

Não estou a ver a cara do senhor, mas estou a ver a cara da mulher (a quem uma tia minha, às portas da morte disse: "cuida deles", referindo-se ao marido e ao filho que deixava sozinho). Estou a ver a cara do filho (que engoliu com uma firmeza que, confesso, admirei, a dor de ver descer à terra quem lhe deu vida e de ajudar a levar a última cama onde ele se deitou. O punho que não segurava o caixão ia fechado, a fechar aquela que é certamente uma das maiores dores do mundo. Estou a ver as duas irmãs.

E estou a ver, sobretudo a terra de onde ele(s) são. Os Netos. Terra de gente humilde e de gente de bom coração. Terra que, felizmente, vai renascendo com sangue novo. Que alegria. Os Netos que viram também nascer o meu pai. Onde viveram os meus avós paternos que não conheci. E a minha bisavô Maria José que adorava ter conhecido.

Foram os descendentes desta bela terra que acompanharam o defunto até à sua última morada. Das gavetas de onde toravam os calções e as fisgas para se acompanharem uns aos outros nas brincadeiras de uma vida, tiraram hoje gravatas pretas.

As cabeças outrora cheias de cabelos rabinos ou cobertas de mitras, estão hoje calvas. Nos olhos vê-se o brilho de Homens de trabalho, gente da Terra. Das bocas sai um "é assim a vida", típico deste ritual que, mais uma vez digo, é do mais atroz que pode haver.

E assim vamos nós, mais ou menos conhecidos, mais ou menos chegados fazer aquela que acreditamos ser e queremos que seja uma muito breve e pessoal homenagem a vidas cheias, que são assm tolhidas.

Reflectindo que, de facto, não fica cá ninguém para contar a história. Pensando que não mais repetiremos os erros que vamos cometendo e que "é hoje" que me vou mudar aqui e ali. Sabendo que também nós, um dia, teremos este destino. E tendo fé de que, aos nossos, àqueles que são do nosso sangue e/ou que nos são verdadeiramente queridos, isso nunca, jamais aconteça.

É assim, o mistério da vida...

P.S.: Pode parecer meio sombrio este dizer todo, mas é porventura a minha maneira de anxotar os medos

LX - Reportagem fotográfica :)









Legenda, por ordem:
1: Nas redondezas do Mosteiro dos Jerónimos, depois de termos malhado um Mac ali nos jardins, de termos nos sacos uns quantos pastéis de Belém (e eu mais um muffin com pepitas gigantes de chicolate!)

2: A Padaria Portuguesa, na Baixa. Só não almoçamos lá porque tínhamos malhado um pequeno-almoço tardio n'A Brasileira...

3: Ora isto foi quando "chigámos" ao hotel para descansar um bocadinho, depois do Fernando Pessoa e antes do concerto.

4: No concerto, já depois de ter acabado, enquanto esperávamos que a multidão saísse.

5: Apanhámos uma "sinhora" com as letras impressas!!! Ah pois é bebé!!!

6: Mesmo à entrada na Gulbenkian e minutos antes de pedir uma informação a um grelo, bófia pois claro!

7: Mais um retrato do concerto, aqui durante a actuação. (grelo às 2 horas!)

8: Na Baixa, na manhã de Domingo, junto ao Elevador de Santa Justa. Estava para dar uma subida, mas a fila desmotivou-me... Fica para uma próxima :)

9: Mesmo debaixinho do elevator.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Cannonball



Quem não gosta de sons mansinhos? Que trazem ao de cima os sentimentos mais bonitos que temos dentro de nós? E, enquanto duram, nos fazem acreditar e sentir que vivemos numa nuvem de algodão?