sábado, 30 de junho de 2012
Tiago Bettencourt "Largar o que há em vão" + Pequenos Violinos da Metrop...
"É perigoso este perfume e a memória do teu nome..."
"Faz bem ao coração largar o que há em vão..."
sexta-feira, 29 de junho de 2012
Top Gun
Aqui confesso que adoro esta música, que adoro este filme e que o romantismo sabe tão bem :)
quinta-feira, 28 de junho de 2012
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Psicologia
Depois de ter inventado umas quantas coisas para não chegar tão depressa a casa (ao que uma pessoa chega.....), mesmo a terminar de parar o carro e uma visão infernal: o meu gato branco jazia ali mesmo.... Dezenas de gatitos e gatitas que foram passando "pelas minhas mãos", nascendo no meu quarto e vão-se indo aos poucos e poucos. Raros foram aqueles que vi já defuntos (e ainda bem). Julgo que a maioria acaba por se perder ou ser caçado algures no meio do mato. Mas este vi... E claro que não o ia deixar ali. Com baba e ranho à mistura, lá enterrei um meu bichanito, já uma pedra de gelo :( antes da terra, cobri-o de ervitas para ficar mais quentinho... Deixei-lhe ainda uma rosita perfumada. E pronto, agora já só tenho 2. E nem vi ainda a mãe Lira. Espero que esteja bem. Afeiçoamo-nos aos animais, e em particular eu, no meu contexto de vida, e depois é isto. Uma tristeza pegada :((( Valham-me os que ainda estão comido: Hoje fui generosa com o fiambre que trouxe do supermercado :)
E assim a vida continua. Minutos depois, já eu tinha dado uma tostadela numa morcela que acompanhei com um limonada caseira feita bem à pressa, mas que caiu divinalmente. E folheando uma revista de gajas, eis o artigo "Mais vale mal acompanhada do que só", do qual retiro 2 excertos. Embora por outras palavras, nada que nunca me tivesse passado pela cabeça....
"Para umas mulheres, é um contra-senso. Para outras, faz todo o sentido. Com medo da solidão, preferem envolver-se em relações sem estar apaixonadas do que ficar sozinhas."
Pois é, temos aqui um caso bicudo....
"O futuro das relações tem tudo a ver com a forma como estas acolhem, recebem e transforma os afectos (...) Cada vez que nos aproximamos mais de alguém, a forma como nos vamos sentir e processar tudo o que se está a passar, tem como base um modelo que interiorizamos na infância e que, nesse sentido, tornou-se intrapsíquico."
Sooooo true.....
Quantas e quantas vezes não pensei e disse que a experiência que fui tendo ao longo dos anos na minha não-família matou bem rente a minha habilidade para estabelecer relações afectivas com o sexo oposto? E sim, de forma perfeitamente consciente mas, simultaneamente destruidora, culpo quem me fez passar por isto, sem ter a noção do inferno que existe dentro de mim. (não desfazendo a paz que busco e que encontro também cá dentro, felizmente)
E assim a vida continua. Minutos depois, já eu tinha dado uma tostadela numa morcela que acompanhei com um limonada caseira feita bem à pressa, mas que caiu divinalmente. E folheando uma revista de gajas, eis o artigo "Mais vale mal acompanhada do que só", do qual retiro 2 excertos. Embora por outras palavras, nada que nunca me tivesse passado pela cabeça....
"Para umas mulheres, é um contra-senso. Para outras, faz todo o sentido. Com medo da solidão, preferem envolver-se em relações sem estar apaixonadas do que ficar sozinhas."
Pois é, temos aqui um caso bicudo....
"O futuro das relações tem tudo a ver com a forma como estas acolhem, recebem e transforma os afectos (...) Cada vez que nos aproximamos mais de alguém, a forma como nos vamos sentir e processar tudo o que se está a passar, tem como base um modelo que interiorizamos na infância e que, nesse sentido, tornou-se intrapsíquico."
Sooooo true.....
Quantas e quantas vezes não pensei e disse que a experiência que fui tendo ao longo dos anos na minha não-família matou bem rente a minha habilidade para estabelecer relações afectivas com o sexo oposto? E sim, de forma perfeitamente consciente mas, simultaneamente destruidora, culpo quem me fez passar por isto, sem ter a noção do inferno que existe dentro de mim. (não desfazendo a paz que busco e que encontro também cá dentro, felizmente)
domingo, 24 de junho de 2012
Coisas
Confesso que preferia gastar dinheiro em tintas, isolantes, detergentes, vassouras e afins, mas até que me falta a coragem (até quando???) para resolver o assunto "quem não casa também quer casa", vou encontrando umas coisas aqui e ali para encher (ainda) mais o armário RRRRssss
sábado, 23 de junho de 2012
Elvis Costello 'She'
Este é um dos meus filmes favoritos. É calminho, mas fala do essencial, o amor. Hoje revi por acaso a recta final.
Há pouco, na RFM, em mais um momento "Vale a pena pensar nisto" o "relactor" acabava assim: "No final o que nos irá ser perguntado é se nos deixámos amar e o quanto amámos".
A última cena do filme, em que ele está no banco de jardim a ler um livro e ela está deitada com a cabeça no colo dele. Uma das mãos dela está sobre o seu ventre, que guarda um filho, e a outra dada com a dele. Infelizmente, acredito que dificilmente me verei em semelhante cena. Nos meus sonhos/desejos/pensamentos asseguro que me vejo assim quase todos os dias.
Interligando com as perguntas da RFM, amo a vida e julgo amar todas as pessoas, mas honestamente sei que não me deixo amar, é verdade. Não faço por mal, tem sido uma espécie de defesa, de fechar em concha. Basicamente aquilo que é quase que um modo de esconder uma parte fraca da minha vida, passa a ser um modo de não deixar ver as coisas boas de que me visto e que fazem parte de mim. Cada qual com a sua sina... Não sei se amei, se me deixo amar. Sei que tenho uma vontade enorme de ser amada, isso sim.
Nem sempre custa pensar nesta lacuna da minha vida, na parte sentimental/afectiva. Mas hoje está a custar. Muito :(((
Subscrever:
Mensagens (Atom)