sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Forrest Gump



Já aqui postei esta banda sonora há algum tempo. Mas volto a fazê-lo porque era exactamente esta primeira música que estava a ouvir quando Aquele sentimento se apoderou de mim hoje. Outra vez.

Fui a casa almoçar, a pé, como muito tenho gostado de fazer nos últimos tempos. 15 minutos para l+a, outros 15 para cá. O vento na cara e a música nos ouvidos. Estava "a modos" que prestes a chover, mas tal não aconteceu em nenhum dos percursos.

Um almoço engolido com nervos, como sempre, naquele bola de neve de que não me consigo libertar e da qual aqueles que a conhecem não me tiram.

E foi na 2ª metade do caminho de volta. Quase que rezei para que chovesse mesmo. Seria uma bela oportunidade para disfarçar a outra água, tão salgada, que me rolou pela cara. Não é frequente nem periódico, mas às vezes acontece. Uma tristeza que me faz assim, faz chorar "do nada" e independentemente do sítio onde esteja.

Um lenço para poder dizer ou outro boa tarde decente a algumas pessoas com quem me cruzo. Uma tarde como não quero outras... And life goes on, and on, and on

Hoje aperecia-me ir ver o mar. À noite, mesmo ao frio, não me importaria. Vou ligar as antenas à terra para terminar os afazeres deste dia e tentar desligá-los o mais rapidamente possível. Pode ser que tenha sido apenas uma daquelas noites em que tivémos um sonho mau...

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

TABU



Este filme português vinha ontem com o "Público". Quis ficar com ele e calhou vê-lo ao final do dia. Tinha curiosidade por ter ouvido falar várias vezes sobre a história, por saber que tinha tido reconhecimento, em particular lá fora, e por saber que a história (ou parte dela) se passa em África,.

Não é um filme comum. Não é um filme "fácil" de ser ver, em especial na posição horizontal e no final de um dia de trabalho. Mas consegui.

É uma história interessante e contada de uma maneira original: Uma primeira parte (a velhice) onde meia dúzia de personagens falam e contracenam entre si. Uma segunda parte (a juventude) onde só se houve uma ou duas músicas e a voz de um narrador, enquando se vê o desempenho das personagens.

A história é toda a preto e branco. Não surpreendeu por aí além, mas é português, é a nossa história e é a história da humanidade. A vida passa, com todas as coisas boas e más que ela nos traz. Chega-se a velhice e vão revendo todas essas coisas: o que se fez, o que se podia ter feito, etc. A incógnita da vida, diria. Um pequeno grande "tabu" para rever daqui a uns meses ou anos.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Stand by me Bossanova



Hoje,

que ninguém me toque,
que ninguém me fale,
que ninguém tenha pena de mim,
que ninguém pense sequer que eu existo.

Se pudesse, hoje seria o dia "ideal" para me fechar no meu buncker privado.
Onde haveria uma lareira, um café mokambo, música boa, gatos, um cobertor e nada, absolutamente, mais nada.
Nem pensamentos, nem recordações, nem passado, nem futuro.
Só presente.

domingo, 25 de novembro de 2012

(perfect) Sun-day

 
Se não foi perfeito, este meu Domingo, esteve muito perto disso.
Tomei o pequeno-almoço em casa, coisa que adoro mas que é muito invulgar (pela falta de tempo ou de paz...). Houve andebol em "casa", pela manhã. Houve ida ao supermercado (em especial na zona dos legumes e das frutas). Houve sessão fotográfica ao ar livre, debaixo de chuviscos. Houve tarde à lareira. Houve filmes janotas na tv, vistos a meio gás. Houve algumas tarefas domésticas. Houve sopa tricolor (que ainda fumega por esta hora!). Cheiinha de "cinoira", couve roxa e brócolos, entre outras coisas. Para degustar ao longo da semana, e em especial no regresso das duas aulas de hidroginástica. Houve quadradinhos de chicolate ao longo da tarde. Houve pizza no forno (meia já degustada, a outra metade fica p depois.
 
Podia agora dizer que, não fosse o facto de ter de ir tabalhar um bocado ao pc, isso sim seria perfeito. Mas não me importo nada. Trabalharei com gosto e agradecerei vezes sem conta estes pedaços de céu que consigo ter, apesar de tudo. Enquanto vou esperando que a próxima sessão de fotós, a próxima pizza ou a próxima lareira possam acontecer em bela companhia.
 

Sob pressão!

 
 
Num folheto desses que abundam por aí, vi que esta panela de pressão estava à venda no supermercado x. E hoje lá fui eu, em busca da dita.
 
Há já vários anos que comecei a juntar coisas para a casa. Aquilo a que vulgarmente se chama enxoval. É uma tradição, julgo que bem portuguesa, as meninas começarem a juntar assim coisinhas "para quando casarem". Também já há vários anos percebi que este não era o objectivo com que juntava estas coisas. Não. Vou juntando, tal como a galinha enche o papo grão a grão para quando EU tiver o meu poiso. E é com muito orgulho que de vez em quando vou espreitar o que fui arrecadando. Lençóis, cobertores, pegas, panelas, pratos, talheres, paninhos e panões (lol), cestinhos e cestões. A maioria destas coisas destes apetrechos estão em 2 arcas, mas outras começam a estar "espalhadas" plelo quarto (em especial debaixo da cama). Mesmo, mesmo a pedir: "Anda, mete-me na tua casa, cá lá!"
 
Hoje veio então esta panela de pressão, um utensílio que chega a ser mítico do meu imaginário infantil. Acho que não sou a única a recordar o barulhinho do apitito da pressão a andar à roda e à roda e à roda! O cheirinho a grão, a feijão, a sopa a cirandar pela cozinha e pela casa fora! Que doce é recordar isto :)
 
O que me fez ir à panela, salvo seja, não foi tanto o ser de pressão "à moda antiga", mas foi ter por acréscimo um pequeno andar, digamos assim, que vai permitir cozinhar os alimentos verdadeiramente em pressão, portanto, mais saudáveis. Que venha então o sítio para lhe dar uso :)

sábado, 24 de novembro de 2012

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Freddie Mercury - In My Defence



Sempre que vejo uma ou outra coisa online sobre os Queen, acabo por não resistir a depois passar a tarde ou a manhã com eles em banda sonora no trabalho.

Não me venham com tretas: Os Queen não eram, são e hão-de continuar a ser os "máiores". E a maior prova disso, em especial relativamente ao Freddy Mercury, é continuar a provocar emoções nas pessoas que os continuam a ouvir :)

cool "tuga" stuff :)