quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Pasta Dentrífica Couto
Confesso que há já bastante tempo tinha curiosidade em experimentar este produto "tipicamente português" lol Tinha até ideia de que só se vendia nas farmácias. E as poucas vezes, felizmente, que lá vou nunca me lembrei de perguntar/pedir. Há dias, em conversa com uma amiga, soube de um espaço comercial de grandes dimensões lol (mentira, é um mini-mercado!!!) aqui da metrópole onde vendem. Pois ontem, dirigi-me ao referido espaço e bumbas, saca p'ra cá uma bisnaga!!
Pois tenho a dizer o seguinte: fiquei fã, recomendo, é uma sensação de frescura agradabilíssima, julgo que o preço compensa e vou voltar a comprar quando gastar esta :)
Tenho dito. E agora, ala comprar os bilhetes de comboio para o fds a sós comigo, em Penafiel.
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
On boots
Às vezes, eu tb gosto de parecer uma jovem mulher de 30 anos, através de um ou outros objectos, pormenores que a maioria delas usam.
Mas, normalmente, isso só dura durante a manhã. É que, quando chego a casa para almoçar, não resisto ao meu conforto, aquele que me faz, na mesma, uma mulher jovem de 30 anos ;)
De manhã, com saltos; De tarde, rasa :)
Ainda o "Amour"
Alguns excertos de um artigo sobre o filme "Amour" de que falei no post abaixo, na "Visão" desta semana.
De facto, não é um filme fácil de se ver.
Não é um assunto fácil de se ver.
É a vida, é a morte.
domingo, 9 de dezembro de 2012
"Amour"
A sinopse dizia/diz o seguinte:
Georges e Anne são octogenários, pessoas cultas, professores de música reformados. A filha, igualmente música, vive no estrangeiro com a família. Um dia, Anne é vítima de um acidente. O amor que une este casal vai ser posto à prova…
Este pequeno texto, a imagem do cartaz e uma pequena conversa que vi online sobre a história deixou-me com vontade de ver. E hoje, ao início da tarde, assim foi.
O filme começou com uma equipa de bombeiros e de polícia a entrar numa casa fechada. Passados alguns minutos, encontraram o corpo (já em decomposição, de uma senhora idosa, cuidadosamente deitada na cama. Cuidadosamente vestida e com um ramo de flores bonitos entre as mãos cruzadas sobre o peito. Depois o écran escureceu e a história voltou ao passado, deduzo também, apenas algumas semanas antes.
E a história, muito simples, é esta. Tão real como o cinema francês, em particular, sabe contar. Um casal idoso quese ama, se cuida um do outro. De um dia para o outro a senhora tem um AVC e fica paralisada do lado direito. Anda em cadeira de rodas. O marido, com uma ligeira dificuldade em andar, ligeira mesmo, toma afincadamente conta dela: ajuda-a a fazer fisioterapia, corta-lhe a carne aos bocadinhos (ela só tem mobilidade com uma mão), ajuda-a a passar da cadeira de rodas para o cadeirão e para a cama, lava-lhe o cabelo, ajuda-a a fazer as necessidades fisiológicas, etc Sempre com o nome do filme por trás: amor. e muito.
A imagem com que o filme começa, deve ter sido provocada pelo facto de a senhora ter pedido ao marido para prometer que nunca mais a levava para o hospital. Não sei. Também não sei o que aconteceu ao senhor na história. E não sei porque não tive coragem de ver a segunda parte. Não sei porquê. Ou sei. Aquilo mexeu comigo. Hoje, era-me penoso ficar ali na segunda parte. "Gostava" de saber como terminou o senhor. O carinhoso senhor. Mas hoje não consegui...
P.S.: O filme também tem uma inesperada Rita Blanco. Não estava a contar vê-la, mas é sempre bom :)
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Do café e da Infância
A minha avó foi uma das pessoas que mais me marcou a existência. Infelizmente tenho de aplicar esta frase no passado... Mas que fique, ao menos a alegria, dessa constatação :) Uma das coisas que me fascinava era ela contar quando era "criada de servir". Era algo comum em Portugal as moçoilas terem esta ocupação, desde meninas, às vezes mesmo muito novas, até casarem basicamente. Era mesmo assim. A minha avó foi. Tal como as várias irmãs que teve (4, salvo erro). E tal como tantas outras. De modo que em miúda eu gostava muito de a ouvir contar estas histórias e de a imitar, por vezes. E então quando iam lá visitas a casa ou quando a ajudava a preparar o café mokambo fazia o que me dei ontem de manhã a fazer: Punha o açúcar e o café na chávena ou caneca, depois punha uma pinguinha muito pinguinha (lol) de água, só que me deixasse mexer aquilo num creme que, à medida que fosse mais e mais mexido ia ficando castanho clarinho. Quando mais mexesse, mais cremoso ficava! Depois era só ir juntando mais água, aos bocadinhos, de modo que o resultado final era/é uma bebida muito saborosa, com um toquezinho de creme à superfície. Não me faz falta o consumo de café. Bebo um descafeinado a meio da manhã ali no "tasco" da esquina, mais para respirar um pouco do que outra coisa. Costumava ir beber outro a seguir ao almoço, pelo mesmo motivo e para não regressar ao trabalho imediatamente a seguir ao almoço. Mas como ultimamente tenho ido a pé a casa, pensei o seguinte: o caminho que eu faço e a música que vou ouvindo, já me ajudava muito a espairecer. De modo que, para que é que vou gastar mais dinheiro no 2º café do dia??? Então a seguir ao almoço, tenho aderido ao café mokambo e a este pequeno (mas enorme) e saudoso ritual :)
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Ora estas fotós devem ter sido tiradas, mas coisa menos coisa, pelas alturas em que tinha este convívio saudável com a minha avó. São do tempo da catequese e o padre aqui da terra, que já aderiu ao FB, de quando em vez publicava uma ou outra relíquia. Em que vou vendo pessoas de que me lembro. Em que vejo crianças, jovens, idosos, etc. E tb me calha a vez a mim! De modo que fica o complemento ao "momento Mokambo" :)
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Oscar Niemeyer - A vida é um sopro (fragmentos)
Não conhecia a obra em pormenor. Julgo que conhecia, apenas por alto, aquilo que a maioria das pessoas minimamente informadas conhece. De resto, o facto de ter mais de 100 anos, chama sempre a atenção. Morreu hoje (ou ontem, talvez). É pena que determinadas coisas não nos estejam permanentemente na cabeça. Julgo que vão estando, cada vez mais. Espero isso, pelo menos.
Estes "fragmentos", como lhe chamam são algo brilhante. Para ver e rever e lembrar, relembrando sempre, a cada momento, sempre que possível.
Apenas alguns excertos, dos muitos que podia ter posto aqui...
"Levei 5 amigos meus que estavam na merda, que precisavam trabalhar".
"A vida é rir e chorar"
"Um homem engajado na sua vida pela igualdade"
"Eu sou optimista que o mundo vai melhorar, mas as pessoas não"
"O resto é lutar (...) para a vida ser mais decente"
A resposta é isso: "Nasceu, morreu, fodeu-se"
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