sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Quem anda à chuva, molha-se :)

 
"Quem anda à chuva, molha-se", diz o ditado. De tanto filmar e tirar fotós, de quando em vez tb me calha a mim. E ainda é mais engraçado quando eu não reparo MESMO :) Há minutos uma colega enviou-se isto para o FB e foram logo para a pasta "Em trabalho", onde vou guardando assim umas coisas, para mais tarde recorda. Quando tiver tempo, hei-de fazer uma animaçãozeca, assim com uma musica lamechas lol
 
Entrett, bom fds para quem o tiver. Eu cá vou aproveitar o serão de hoje para ver um filmeco e adormecer cedo; o serão de amanhã e a tarde de dmg. O resto, está ocupado, pois claro. Antes isso :)
 
Fui.

Westlife - Flying Without Wings live



Numa sexta-feira atolada (como sempre!), e já com bastt trabalho feito (são 9h e picos), a banda sonora é esta. Faz lembrar os tempos da Covilhã e faz o coração quentinho :)

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

O dia


A turbulência de que aqui dei apenas ténue nota em postas anteriores amainou um pouco, felizmente. Outras virão, até lá que usufruamos da bonança :)

Entrett mais uma noite de serv ontem, em que lidei mais uma vez bem de perto com a morte. Não tão traumático como Aquele episódio marcante, mas nunca é fácil de digerir. Continuo a sentir-me bem por poder dar um pouco de mim a ajudar os outros, apesar destas situações. Mas tem de haver sempre alguém para lidar com elas, não é verdade. Por mais que a morte seja medonha, nos assuste, é assim mesmo que todos acabamos....

Hoje um dia atolhado de trabalho, como sempre (e ainda bem), mas bem gerido e quase na recta final. Acho que me vou baldar outra vez à hidro, buscar alguma coisa para comer e refastalar-me no meu canto, bem quentinha e sossegada.

Ao final da tarde de hoje, mais uma entrevista janota. Aprendi alguma técnica nos estudos, mas não haja dúvidas que a sensibilidade pessoal fazem a diferença. Modéstia aparte, continuo a agradacer diariamente o privilégio de poder trabalhar junto de pessoas comuns, de poder partilhar e guardar para a posteridade bocadinhos de vidas. Gosto, gosto, gosto, mil vezes gosto.

Às vezes fico em baixo, outras vezes põem-me em baixo. Mas, no final de contas, sou abençoada e se julgo não ser feliz, tenho a certeza de ter belos e prazeirosos momentos de felicidade.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Baby-time



Às vezes, gosto de rever fotós antigas. Por norma, gosto sempre, mas quando as marés são/estão menos amenas apetece olhar para a nossa vida, para o nosso presente, passado e futuro com outros olhos. Estava há pouco a guardar uma outra fotó na pasta "Infância" e revi esta imagem, do meu baptizado. Nela, as duas pessoas mais importantes da minha vida - a minha mãe e o meu pai (um pequenito traço de perfil ali do lado esquerdo. Depois eu, em altas a curtir a vela e tudo e tudo e tudo :) Depois duas outras pessoas muito próximas dos meus pais, mas cuja vida acabou por afastar... moralmente, digamos assim. Os meus padrinhos. Do lado esquerdo, a minha madrinha Isménia, vê-se só memso um bocadinho da cara. E o meu padrinho Soares, descendente directo de indianos. Julgo que o fascínio que tenho pelo país/povo deve, de certezinha, vir muito dos fins-de-semana que costumavam passar connosco, quando vinham de Lx no seu Mercedes banheira branco e a cadelita com a "camisola" de malha. É também uma memória quentinha. E pronto. É isto.

Vidas...

Dias difíceis, estes últimos... "A vida é bela, nós é que damos cabo dela" lol

Neste caso em particular, julgo que eu não dei cabo de nada, mas não tenho dúvidas que serei eu, possivelmente, a única, que está a tentar recolher e colar cacos alheios. É o meu karma...

Em breve, devo voltar a uma psicóloga. Pelo menos terei uma primeira consulta num novo local, para ver como é que a coisa funciona. Procurei porque vai fazer-me bem FALAR e, espero, ter alguns momentos de reflexão sobre como este barco (o meu e o dos outros RRRsss) pode ser levado a bom porto, ou a um porto menos turbulento....

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Avó

Acordei hoje com a sensação de que é um dia em que aconteceu algo importante. E é verdade. Faz hoje 11 anos que, estava eu na ESEC, após ter tido uma frequência, e tinha chamadas da minha mãe. Ainda bem que só confirmei o assunto depois de sair. Lembro como se fosse hoje e lembro-me de pensar, à primeira, que se tratava do meu avô. Mas não era a minha avó. Deixou-nos há 11 anos.

Lembro-me que tinha ido na carrinha do meu pai e que vim sozinha, com uam dor de cabeça daquelas que as más notícias nos provocam. Lembro-me de ver o meu irmão mais velho a limpar uma lágrima teimosa (daquelas que nunca lhe tinha visto e nunca mais lhe vi) quando olhou para a minha avó deitada ali, naquele caixão sozinha e com o ar afável que sempre teve.

Nos últimos anos da vida dela, fui-me afastando porque ela esteve em diversos lares, infelizmente. O último dia em que lhe toquei estava ela internada no hospital de Alvaiázere. Lembro-me tão bem de lhe ter feito uma festinha na cara e de a ter sentido quentinha. Não sei o que disse nem sei se ela disse alguma coisa. Disso não me consigo lembrar.

Tenho uma sensação meio esquisita, porque há medida que os anos vão passando, ela vai ficando uma memória cada vez mais longe na cabela, mas cada vez mais quente e funda no coração. É estranho explicar. O que sei é que gostava muito dela. Foi uma mulher que sofreu muito de pobreza e, depois, nas mãos do marido, o meu avô. Mas era tão boa mulher. Ensinou-me tanto. Deu-me tanto carinho. Fez-me tanto bem. Tenho tantas saudades. TANTAS.Queria tanto falar com ela, dormir nos lençóis de flanela. Comer uns carapaus quentinhos. Beber chá ou mokambo. NUNCA JAMAIS EM TEMPO ALGUM irei esquecer a MINHA avó Marquitas.

O tempo passa a correr. Quem sabe, não tarda, nos voltamos a ver.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Não há pachorra


Cada vez tenho menos paciência para aturar gabarolas. Daquelas pessoas cuja conversa se resume a, de uma forma escorreita para quem fala (e desinteressante para quem ouve) se gabar de que conduz melhor do que todos os outros, de que sabe comportar-se melhor do que todos os outros, etc, etc, etc. Em suma, há pessoas que julgam definitivamente serem melhores do que os outros e se julgam uma espécie de senhores do seu minúsculo universo. Juro que não tenho pachorra. Cada vez gosto mais do meu canto, do meu trabalho, dos meus afazeres extra-laborais e, ACIMA DE TUDO, gosto de pensar por mim, sem ter necessidade de espalhar opiniões ou atitudes aos quatro ventos. E gosto de ter o bom-senso de não dizer tudo aquilo que penso. No caso deste post, escrevi e escrevo o que penso lol Enfim, sublinho este título, "Não há mesmo pachorra". À mínima chance, "ala que se faz tarde" :)

E agora, de volta aos resumos da imprensa diária, que o relógio não pára!

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Broa



Esta manhã tornei realidade um pequeno-almoço que há muito tinha a vontade de replicar. Melhor do que comê-lo já a trabalhar, frente ao pc, só mesmo fazê-lo num futuro próximo e numa casa feliz.

Basicamente, a coisa funciona assim: Partem-se um pedaço de broa aos bocadinhos (que é como quem diz, "miga-se"!). A que escolhi foi de milho, mas pode ser qualquer uma. Com pão não fica com a magia que este pitéu tem :) Depois polvilha-se com um bocadito de açúcar (eu prefiro o branco, mas com amarelo tb é gajo de marchar!) e o toque final passa por regar - litealmente - este preparado inicial com café. Quem for leitor/a assíduo/a deste blogue saberá que é o Mokambo, pois claro!!!

Resta acrescentar que foi um regalo este repasto e que o mesmo faz parte daquelas recordações quentinhas que tenho da infância. O meu pai costumava comer isto de manhã, no tempo em que íamos os 5 no mesmo carro, para o mesmo local: as 3 crianças estudar e os 2 adultos trabalhar, na escola.

Espero voltar a fazer o pitéu :)