segunda-feira, 25 de março de 2013

Música & Teatro

 
Às vezes, uma grande parte das pessoas tem tendência a queixar-se que as coisas não acontecem e quando acontecem não as aproveitam. Eu vou tentando não pertencer a esta "grande parte". De quando em vez vou fazendo as minhas pesquisas e encontro excelentes propostas para aproveitar as coisas boas desta vida que é tão curtinha e que passa tão a correr, quase à velocidade de cruzeiro.
 
De modo que, neste instante, acabei de comprar dois bilhetes para o espectáculo acima, já dia 18 de Abril, e outros dois para o espectáculo abaixo, dia 31 de Maio.
 
O primeiro é um pequeno sonho já de alguns anos. Nem acredito que vou poder ver e ouvi-la ao vivo!!! Até soltei um sonoro AHHHHHH, quando vi online esta informação :)
 
O segundo é uma vontade. Esta peça já esteve em vários locais e já tinha pensado em ir. Agora aqui bem perto, em Leiria.
 
Como disse, comprei dois bilhetes para cada sessão. Um de certeza absoluta que é para mim, o outro não sei. Conforme corra a vida, talvez convide uma amiga, a minha mãe, alguém que "apareça" ou decida ir sozinha. Vamos ver o que calha na rifa: Bem-me-quer, Mal-me-quer...

domingo, 24 de março de 2013

escritório - a ressaca



Trabalho sábado de manhã? check
Festinha de aniversário júnior sábado à tarde? check
Exercícios práticos dentro de edifício em chamas, sábado à noite/de madrugada (com chegada a casa às 4h30...)? check
Joguitos de andebol com atletas mais novas (custou tanto, mas tanto levantar às 9h30 - 5 horas de sono foi pouco pouo pouco)? check
Gravação de evento cultural e turístimo domingo de tarde (e penosamente ao início da noite, com uma pequena chuvada na recta final, com molha de equipamento e do corpinho. Cheguei enregelada a casa...)? check
Trabalho habitual de final de domingo? em processamento...

Isto sim é um fds a 1001 à hora... Mas tudo se fez/vai fazendo :)

sábado, 23 de março de 2013

escritório


Eis o dessarumado escritório de trabalho hoje. Num fds a mil, para não variar, sempre a saltar de tarefa em tarefa. Desde resumos de notícias, até exercícios práticos de dentro de um edifício em chamas (que se vai prolongar pela madrugada), passando por jogos de andebol com mini atletas e pela gravação de um evento cultural/turístico. De forma circular, a coisa deverá terminar com mais resumos :) Uma agitação só!

sexta-feira, 22 de março de 2013

31


Em dia de aniversario, impõ-se uma breve reflexão, ou não tão breve quanto isso!

Ainda estou na fase, e julgo que ainda vai durar mais uns anos, de gostar de fazer anos. Se bem que não me importava não necessariamente de voltar atrás e lá ficar, mas de comemora outra vez um qq ano da adolescência. E apesar de as recordações da infância serem talvez as mais carinhosas que tenho, a adolescência é a altura que nos vai ficando cada vez mais nostálgica no pensamento.

Aqui há uns tempos falava com uma amiga sobre isto de ter 30 anos. Quando tivermos 40 tb vamos sentir que somos "mais à frente" dos que tiverem 30, mas agora somos nós que cá estamos e, de facto, ter 20 não é o mesmo que ter 30. Mas voltando à conversa que tive com essa amiga, e ela concordava, que genericamente gostava de ter 30 anos e achava (e acho) piada ao rosto, ou seja, às rugazitas que despontam nos cantos dos olhos, em especial, e à aparência do rosto.Os rostos de 30 são rostos que guardam muito da adolescência, mas que já têm em cima marcas de muitos stresses, responsabilidades, etc.

Neste momento, uma das coisas a que acho mais "piada" é ter a sensação de que sou dona do mundo, nas medida em que a saúde, que eu saiba, está cá, e espero que por cá continue :) E na medida em que a estabilidade financeira (apesar de ter vínculo precário) existe de modo a dar-me algum conforto e a permitir-me algumas aventuras/desafios que ponho a mim mesma.

Depois, os 30 trazem Aquele assunto: o da estabilidade emocional, que é o meu calcanhar de Aquiles, e sobre a qual não me quero alongar muito.

Aparte este "coisa" de nos  sentirmos como donos do mundo, digamos assim, olho para o futuro e ele mete-me algum medo, honestamente. Talvez mais a partir dos 40. Não sei se terei os meus pais junto de mim. Não sei se terei alguém que tome conta de mim. Não sei.

Quase no final desta reflexão, digo também que começo sempre este dia com uma alegria espectacular  e a sentir-me uma espécie de princesa pequenina. Também tenho direito, não?! Julgo sempre que vai ser um dia espectacular mas, tirando mensagens, muitas, de amigos, é quase um dia normal, quase.

E deixo um pequeno sonho: A última vez que me lembro de me cantarem os parabéns foi quando casei os anos, aos 22, numa festita em Coimbra que eu própria organizei (lembro-me que fiquei a lavar a loiça até às tantas, para não deixar o apartamento de pantanas lol Mas é verdade, há cerca de 10 anos que não oiço um parabéns decente. Mas voltando ao sonho: um dia, espero ter um grupo de pessoas que me queiram bem que me entrem casa adentro sem eu contar, com muitas velinhas num bolo caseiro (nada de velas normais, ou seja, se fizer 40 anos, "quero" soprar 40 velas!) e só uma prenda (para além da surpresa): um grande ramo de flores campestres, de preferência margaridas de várias cores, embrulhadas simplesmente com um pedaço de papel pardo. É só isto o meu sonho. Pode ser que um dia se concretize.

E termino com 3 não gostos e 3 gostos:

- Não gosto de chegar ao fim do dia de trabalho e de pensar: o que é que eu vou fazer, que não seja enfiar-me em casa no meu quarto vazio, onde pouco amor existe;
- Não gosto de não ter coragem para resolver chegar-me à frente a resolver de uma vez por todas o meu assunto casa;
- Não gosto de ter há vários anos, uma família completamente desestruturada e de ter alguma vergonha de convidar uma ou outra amiga a jantar lá em casa, a lanchar, etc.

- Gosto, ou melhor, adoro, os meus dois trabalhos. Ter a felicidade de eles se terem cruzado no meu caminho e ter a capacidade de os conciliar. E gosto de gostar dos meus trabalho!
- Gosto das inúmeras responsabilidades que tenho. Para além do trabalho são umas quantas coisas que me vão preenchendo os dias. Nelas lido com pessoas doentes, com pessoas sãs, com pessoas novas, com pessoas velhas. E é com tudo isso que vou crescendo cá dentro e que vou dando valor à vida.
- Gosto de ter a certeza de que me fui construindo uma boa pessoa e de que, apesar de hoje assinalar 31 anos de vida, tenhon a certeza de que serei uma eterna menina :)

terça-feira, 19 de março de 2013

Shopping @ FB

                                     


(Vamos fazer de conta de que eu e o alinhamento das fotós nos damos muito bem...)

Aqui há uns tempos, falei aqui de algumas palavras das quais gostava particularmente. Uma deles é "vertiginosos". Um dos casos em que este adjectivo se pode aplicar é para definir saltos de sapatos particularmente altos. De modo que acho que foi mais ou menos isso o que comprei anteontem online e recebi hoje em casa. Estão acima as sandolonas (tb se pode chamar assim, mesmo sendo de saldo ultra alto). Claro que já experimentei, são liiiinnndasss e ficam agora a aguardar por duas ocasiões: 1. Uma festa gira (por norma algum casamento) onde eu vá sozinha, para variar, com a ingénua esperança de que vá encontrar um par jeitoso nessa ocasião, em que por norma pareço mais senhora lol; 2. Um momento mais deprimente em que esteja refundida no quarto e em que me apeteça calçá-los unica e ver como ficam com um ou outro modelito, única e exclusivamente para levantar o ego :)
Falta dizer que vieram directamente de Viseu e que podem ser encontrados no FB, procurando por Salto Imaginário.

Sobre as três imagens abaixo. Tb foram adquiridas via FB e vieram de Guimarães. Procurar por Bijuteria Rosa Velho.
Os embrulhos eram amorosos tb! Quatro pulseiras soltas, sendo que a do esqueleto é, de longe, fantabulástica! Depois temos o broche, perdão, alfinete de peito da moda, com a bigodaça, que adquiri só para dar uma "abanada" à minha vida sexual hehehe (conotação alfinete de peito, para os leitores deste blogue que possam estar a dormir enquanto lêem os meus inteligentes trocadilhos!) e, finalmente, estes brincos a-mo-ro-sos, que havia em várias cores e que envergo já durante a tarde, a ver se contrastam com esta chuva chata (apesar de necessária).

E prontos, apesar de ser uma miúda humanista, simples e tudo e tudo e tudo, tb tenho a minha veia consumista e feminina qb. A prova está aqui lol

Dito isto, back to work, que se faz tarde!

segunda-feira, 18 de março de 2013

Já não canto essa canção


 
Continuo sem conseguir carregar "cenas tipo" :) Mas não é por isso que deixo de descobrir "coisas" jeitosas, com esta:
 
 
"Levaste o meu futuro contigo

Como se eu fosse um passado qualquer.

Levaste-me a estrada e o caminho

Onde eu me queria perder.

(...)

E eu levantei-me devagar

E a cada passo fui sentindo o chão.

Libertei-me desse abraço e aprendi a caminhar

E agora já não canto essa canção.
 
(...)"

sexta-feira, 15 de março de 2013

Countdown?

Adorava postar umas fotós sobre as quais queria dizer umas cenas tipo, mas tenho tido insucesso em carragá-las :( Bem como partilhar alguns sons do YT.... Nessa impossibilidade, fica só então o assinalar do final da semana e de um fim-de-semana A-TO-LA-DO lol

No meio de tudo isto, uma ideia genial sobre o futuro e o assunto "casinha", que era estupendo conseguir concretizar.... Ontem até tive dificuldade em adormecer, tal era/é o entusiasmo. Vamos ver o que sucede.

Mas, na contagem descrescente para o assinalar de mais um aniversário, fica a certeza: Na impossibilidade de "aos 30" ter realizado este projecto, fica um novo "limite" que espero me impulsione: "os 35". E prometo que é o 2º , não pode haver mais prolongamentos para arranjar um sítio, um ninho que possa alindar e onde fique feliz, sozinha ou com um jardim zoológico de animais, mas pronto, feliz à minha maneira ;)

terça-feira, 12 de março de 2013

nomes


Aviso à navegação: A imagem acima não está necessariamente ligada ao conteúdo do texto abaixo. Ou então está lol

Ontem levei para casa um romancezito da  biblio aqui do sítio. E já há bastante tempo que não me deleitava num recanto a ler/sorver a leitura. Daquelas histórias porreiras que nos fazem ter vontade de acabar o livro nesse mesmo dia. Ainda não acabei. Li p'raí 1/5, mas não vai demorar muito. Assim em termos genéricos a história é a de uma moçoila que casou, que é feliz, mas que a determinada altura cruza-se na rua com um antigo namorado, daqueles que ficam no coração :) Na fase em que estou apenas li que eles tiveram um ou outro encontro, mas que a coisa é capaz de aquecer um pouco. Mas a miúda continua casada, ainda sem contar a cena ao marido. Enfim, adiante.

Este deleite com a história fez-me voltar a lembrar de uma conversa que tive há alguns dias com um senhor já p'ra lá da meia idade. A certa altura ele pergunta-me, como se chama. E eu digo: Rita. E ele esboça um sorriso e diz: Sabe que Rita é um nome muito carinhoso para mim. E contou que tinha tido um amor há muitos anos. Entrett as vidas seguiram separadas e, por um acaso, voltaram a encontrar-se numa ocasião em que ele ia por obrigações profissionais e ela estava relacionada com uma festa onde ele ia actuar (o senhor é maestro). Contou ainda que, ao se reconhecerem, ela o convidou para almoçar em casa dela, com o marido (julgo eu), filhos e julgo que tb netos. E parece que foi tratado quase como um rei.

Agora junto estes dois pedacinhos e fico a pensar. É um assunto que me toca e que me comove bastante. Esta "coisa" de as pessoas gostarem umas das outras e de, pelo acaso, pelo destino ou pelo que quer que seja, estarem separadas. Enfim, daqui a uns anos tb terei certamente ocasião de falar com jovens com o mesmo nome que, neste momento, me é especial. Aliás, se os caminhos não se voltarem a cruzar, julgo que poderá acontecer-me isso a mim e, quem sabe, se o nome Rita poderá ter uma conotação carinhosa não só para este senhor com quem falei. Provocar sorrisos, nostalgia, aquele quentinho no coração.

Mas isto sou só eu a pensar, com os meus virtuais botões...