terça-feira, 21 de maio de 2013
segunda-feira, 20 de maio de 2013
domingo, 19 de maio de 2013
Fotografia
Breves imagens de uma recente sessão de fotografia gastronómica caseira. Não fui eu que fiz os bolinhos, mas eram muitos e óptimos :)
Não correu nada mal a sessão e confesso que fiquei com bastante vontade de repetir.
Gostava sinceramente que pudesse ganhar uns trocos com isto.
É uma questão de continuar a praticar, de explorar mais o maquinão e pode ser que a coisa aconteça, um dia destes.
You never know :)
sexta-feira, 17 de maio de 2013
Boa energia
Iééééééé Voltei a conseguir postar músicas :)
Fica aqui uma em replay de hj
Traz boa energia e faz lembrar fase boa, lá nos inícios dos 20 :)
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Ora Eça
Por estes dias tenho lido pouco. Poucos livros, digo. Por falta de tempo, por comodismo ou pela vulgar preguiça mental. Mas continuo a gostar. Continuo atenta às novidades e às páginas de sempre. Tenho várias pilhas de livros ordeiramente desarrumadas no meu quarto (que é também a minha sala de não estar). Livros que vou amealhando. A maioria são para ler daqui a uns anos. Em tardes mornas. Em noites de paz.
Mas também gosto de levar livros emprestados para casa. E gosto de percorrer com os olhos e com os dedos as prateleiras da biblioteca daqui. Às vezes em busca de algo particular. Outras para fazer descobertas mesmo novas. Ontem, nas leituras pós-almoço, levantei-me do sofá preto e fiz essa tão gostosa viagem. Acabei por trazer debaixo do braço 2 livros sobre o meu querido Eça. Não sei porque gosto dele. Lembro-mem, como se fosse hoje, de ser miúda e sacar de uma prateleira lá de casa um exemplar d' "Os Maias", bem velhinho. Ainda não tinha idade para lhe perceber o conteúdo, mas recordo-me que iniciei a leitura, não tenho já a certeza se a terei terminado por essa altura. Tenho, sim, a certeza de que mais tarde viria a estudar esse mesmo romance já na escola e já com idade para lhe perceber os contornos.
Não é um gosto incomum. O gosto pelo Eça é partilhado por imensas pessoas por esse país e por esse mundo fora. Mas julgo que a figura dele é/era muito amistosa. Para lá dos livros, das reflexões, fascinam-me as fotós. Fascina-me a vida que viveu. Em Coimbra, em Lisboa, em França, em Inglaterra. Fascina-me o aprumado das "sobrecasacas" que usava. A bengala, o monóculo, a perna cruzada. E aquele franja triangular.
O primeiro livro que folheei ontem tem então frases curtas e breves sobre isto tudo. E imagens. Muitas.
O segundo é um desafio maior, que consiste numas quantas centenas de páginas. Cerca de 7. Centenas, disse!
De resto, aqui há uns anos li uma biografia. Lembro-me que era um livro preto. E ontem, levantei-me e fui em busca para recordar o título. Já muitas leituras me fizeram sorrir. Poucas foram as que me fizeram chorar. Talvez só uma. A que cito abaixo. É assim que acaba a biografia de que acabo de falar ["A vida de Eça de Queiroz", Luís Viana Filho]
...
Eça sentia-se exausto. A cera da vida acabava: Estava-se a 16 de Agosto de 1900. Entretanto, com ténue chama de esperança, ele dissera a Emília: "Isto vai ser uma longa doença!" (...) Respirava serenamente. Duas janelas abertas sobre o jardim deixavam ver as tílias que ele tanto amara. Ao lado da cama, chorando perdidamente, Emília ajoelhara-se inconsolável - o seu romance acabara.
terça-feira, 14 de maio de 2013
"Como é [havia de ser] linda a puta da vida"
[Foto retirada daqui]
Título deste post, citação do título de Miguel Esteves Cardoso.
Não sou só eu a sentir o calor que esta imagem transborda, pois não? Falo, claro, de um calor psicológico, por assim dizer. Falo de ternura, falo de amor, falo de vida. Imagino tudo isto à distância. Uma distância, às vezes, demasiado distante. Temo, até, que tais sentimentos jamais venha a sentir na pele. Julgo ter mesmo uma secreta e penosa certeza.
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Leituras de almoço
Enquanto tenho vários ataques de nervos consecutivos, por causa de algumas tarefas que ainda falta acabar e que, com o tempo a passar a correr, nunca mais consigo terminar porque o pc resolveu "atrofiar", fica aqui esta nota que tentei postar na hora de almoço, sem sucesso.
Quando eu estava em Coimbra e tinha o luxo de ter as manhãs de sábado livres, adorava passar parte da manhã na biblioteca daqui, sossegada, a folhear umas quantas páginas. Embora isso já não aconteça tanto, em termos quantitativos, felizmente ainda vai acontecendo qualitativamente. Nomeadamente nuns bocadinhos a fugira à hora de almoço. Onde se fazem descobertas, se fica a par de assuntos actuais e daqueles que importam mesmo e de outros assuntos. Confesso que as duas publicações acima são as que actualmente mais gosto de ver/ler. Toda aquele grafismo, de ambas (suplemento Ipsilon do Público e suplemento cultural da Visão) me dão energia, me dão vontade de trabalhar de criar coisas, enfim. Que haja mais e mais momentos positivos como estes em que me sento ora no sofá preto ora na mesa cheia de Sol! Lá em cima, na Biblioteca :)
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