sexta-feira, 12 de julho de 2013

Making your own happiness







É emocionante/ revigorante/ entusiasmante (e tb novamente um pouco assustador, pelo cariz solitário) ver nascer no pensamento e agora tornar-se cada vez mais real a nova aventura que idealizei ou, melhor, que fui idealizando. Entusiasmante talvez seja o adjectivo que se mostra prevalecente. Se não é, temos de fazer força para se passe a ser!  Desta vez, há alguma dificuldade em adquirir os bilhetes todos, uma vez que se trata de uma viagem/ estadia essencialmente em 2 países, mas com passagem em 3 outros e dormida durante a noite em 2 desses 3. Confuso? Nahhhh Mas julgo que com mais uma ida com tempo aqui à cidade vizinha, a coisa se resolver. E da próxima semana não pode passar. É que, pensando que não, o tempo passa a correr. E à velocidade da luz... Posto isto, agora é sorri com a emoção e voltar a acreditar no seguinte: Vou conseguir ir. E voltar. Sozinha. No íntimo permanece o desejo de, um dia, partilhar esta aventura (que é de facto a maior aventura da minha vida!) com alguém especial. Por agora, sigo eu comigo :)

Pretty Woman



Um filme maneirinho, típico dos 80/90. Um baladão, quem resiste?
Entrett, acho estive quase, quase a desistir da nova aventura deste ano, a ver que a coisa rola :)

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Bryan Adams - On A Day Like Today



Um dia, hei-de lá chegar...

terça-feira, 9 de julho de 2013

Hoje é o dia

 
Se há dias em que não vislumbramos caminho seguro por onde seguir;
Em que não vemos o chão para nos aparar a queda;
Em que olhamos para dentro e não vemos ponta por onde se lhe pegue;
Não vemos virtude alguma;
Em que não achamos motivo para o nosso rumo ser o que é;
Em que, a custo, levantamos a cabeça para tentar ver mais além
E o que surge é uma neblina que nos cobre.
A nós e ao nosso futuro.
Se há dias assim. Hoje é o dia.
:(
 
 
 

sábado, 6 de julho de 2013

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Past vs Future

 
Quero crer.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Mini-serviço



Um achado recente. Um mini-serviço (para 2 pessoas lol) vermelho e preto. Abri a caixa para "averiguar" a aquisição. Boa aquisição. Mini-aquisição :) Voltei a fechar. Guardei-a. Só há uma pessoa para a usar.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Avó



Já fiz aqui uma enumeração idêntica à que vou fazer por este instante. Repito-a hoje, porque a recordação da minha avó é muito intensa. Muito mesmo. Acho que as avós e as netas têm uma relação muito especial. Eu tive, sem dúvida, com a única que conheci. Uma ligação fisicamente cada vez mais distante no tempo, mas que cá dentro jamais se apagou. Tive a felicidade de conviver com ela durante os 19 primeiros anos da minha vida. Pena não terem sido mais. Uma convivência que durava o ano todo. Tenho recordações do Outono, do Inverno, da Primavera e do Verão. E por ter subido à instantes uma rua cheia de Sol e calor, são estas últimas que vou recordar. Morávamos a uma distância de 5 minutos a pé. Mas nas férias, eu punha a trouxa nuns saquitos e descia o carreiro, dizendo orgulhosamente que ia passar férias para casa da minha avó. E ali passava dias numa felicidade só.
- Era o jarro de plástico vermelho com água com açúcar e pão os bocaditos mergulhado e comido;
- Era a salada de atum com tomate;
- Era a roupa passada em cima da mesa da cozinha, com o ferro e aquele pano amarelo;
- Era o relógio azul, de corda, que guardo religiosamente comigo;
- Era a cadeira vermelha;
- Era a mangueira fininha para regar as flores;
- Era o fogãozito com duas bocas, onde aprendi a fazer caldo de bacalhau com batatas e arroz (de que tanto continuo a gostar hoje);
- Era o frasco de colorau;
- Era a televisão branca por fora e a preto e branco na imagem;
- Era a ida à missa ao sábado;
- Era o gelado feast e o sumol de ananás;
- Era a bata com a combinação, roupa suficiente para os dias mais agrestes;
- Era a renda, ah a renda (no Verão eram mais peças de linha branca, mais fresquinha);
- Tantas e tantas recordações, que se me afloram diariamente.

Era, já não é.

P.S.: "Gosto" de imaginar que, algures, era olha por mim. E que, lá de cima, repete em surdina os conselhos que me dava em vida. Às vezes, acredito piamente que ela subiu aos céus e se tornou no meu anjo da guarda. Quero crer que ela está aqui, mesmo atrás do meu ombro e que me dá a mão, pelos meio desta solidão, por vezes atroz...