sexta-feira, 27 de setembro de 2013
É Outono
Gosto das meias estações. Não do 8 nem do 80, de algo ali no meio. Gosto de andar em mangas de camisa e de vestir um casaquinho ao início da manhã ou ao final do dia. E adoro estes dias de Outono (estou em crer que ainda vêm aí uns dias de Verão, mas de qualquer modo, a estação já mudou mesmo). Este cheiro de terra molhada. Esta vontade de comer castanhas assadas, de ficar à lareira. de beber um chá, por uma caneca que se segura com as duas mãos (!). De ouvir a chuva na rua e estar confortavelmente recostada ou deitada a ver um filme ou sem fazer nada de jeito. E. uma vontade enorme de fazer tricot, de fazer peças ultracoloridas. Mas que depois acaba por não se concretizar...
Uma das coisas de que gosto menos por esta altura é a mudança da hora e os dias serem visivelmente mais pequenos. Sair de casa para trabalhar quando ainda é de noite e ser já outra vez de noite quando se regressa :/ Ah e quando chega o frio, mas aquele frio mesmo gelado? De ter de ficar não sei quanto tempo a tirar gelo do carro e a "bufar" para as mãos para ver se aquecem BBRrrrrrrrrr
Mas essa parte é mais para a frente. Por agora, o tempo está muito bem assim mesmo :)
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Palavras CHEIAS
O meu mundo tem estado à tua espera; mas
não há flores nas jarras, nem velas sobre a mesa,
nem retratos escondidos no fundo das gavetas. Sei
que um poema se ...escreveria entre nós dois; mas
não comprei o vinho, não mudei os lençóis,
não perfumei o decote do vestido.
Se ouço falar de ti, comove-me o teu nome
(mas nem pensar em suspirá-lo ao teu ouvido);
se me dizem que vens, o corpo é uma fogueira –
estalam-me brasas no peito, desvairadas, e respiro
com a violência de um incêndio; mas parto
antes de saber como seria. Não me perguntes
porque se mata o sol na lâmina dos dias
e o meu mundo continua à tua espera:
houve sempre coisas de esguelha nas paisagens
e amores imperfeitos – Deus tem as mãos grandes
não há flores nas jarras, nem velas sobre a mesa,
nem retratos escondidos no fundo das gavetas. Sei
que um poema se ...escreveria entre nós dois; mas
não comprei o vinho, não mudei os lençóis,
não perfumei o decote do vestido.
Se ouço falar de ti, comove-me o teu nome
(mas nem pensar em suspirá-lo ao teu ouvido);
se me dizem que vens, o corpo é uma fogueira –
estalam-me brasas no peito, desvairadas, e respiro
com a violência de um incêndio; mas parto
antes de saber como seria. Não me perguntes
porque se mata o sol na lâmina dos dias
e o meu mundo continua à tua espera:
houve sempre coisas de esguelha nas paisagens
e amores imperfeitos – Deus tem as mãos grandes
Maria do Rosário Pedreira
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
terça-feira, 24 de setembro de 2013
Os demónios voltam a andar à solta
Em anexo, mais uma pergunta retórica:
"Quando eu morrer, quem chorará por mim?"
"Quando eu morrer, quem chorará por mim?"
Se Me Falas Assim
PORQUÊ?
Garanto que esta pergunta retórica nada tem a ver com o Colégio Militar.
Tem a ver comigo, sempre eu, sempre este eterno karma de pessoa emocionalmente anormal.
Agora é sentir na língua um bocadinho de sal de algumas lágrimas (poucas vá....)
E dar graças por hoje ter a alternativa de me enfiar num cinema qq e engolir isto td, no lusco-fusco.
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Marisa Monte
Que fim-de-semana de loucos! Com muito fogo à mistura, uma manhã de segunda a descansar, uma madrugada de Domingo longa. Uma tarde de trabalho que começou quase duas horas depois do que era suposto, devido a problemas informáticos que vêm sempre a calhar... E um primeiro dia da semana que, para terminar, ainda tem mais uns quantos teclanços, e andebol e, espero, o regresso à hidroginástica.
E a Marisa, claro! Quem tem a Marisa tem (quase) tudo :)
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
Cinema
Há vezes em que não aparece nada de jeito nos écrans. E depois, há outras vezes, em que vêm ao mesmo tempo uma catrefada deles. São 4 neste momento e há mais um que estreia de ontem a 8. Este fds vai ter de haver uma sessãozinha dupla :)
Mafalda Veiga
(...)
Pedes-me um sonho
Pra fazer de chão
Mas eu desses não tenho
Só dos de voar...
Agarras a minha mão
Com a tua mão
E prendes-me a dizer
Que me estás a salvar
De quê?
De viver o perigo
De quê?
De rasgar o peito
Com o quê?
De morrer,
Mas de que paixão?
De quê?
Se o que mata mais
É não ver
O que a noite esconde
E não ter
Nem sentir o vento ardente
A soprar o coração
Prendes o mundo
Dentro das mãos fechadas
E o que cabe é pouco
Mas é tudo o que tens
Esqueces que às vezes
Quando falha o chão
O salto é sem rede
E tens de abrir as mãos
Pedes-me um sonho
Pra juntar os pedaços
Mas nem tudo o que parte
Se volta a colar.
Pedes-me um sonho
Pra fazer de chão
Mas eu desses não tenho
Só dos de voar...
Agarras a minha mão
Com a tua mão
E prendes-me a dizer
Que me estás a salvar
De quê?
De viver o perigo
De quê?
De rasgar o peito
Com o quê?
De morrer,
Mas de que paixão?
De quê?
Se o que mata mais
É não ver
O que a noite esconde
E não ter
Nem sentir o vento ardente
A soprar o coração
Prendes o mundo
Dentro das mãos fechadas
E o que cabe é pouco
Mas é tudo o que tens
Esqueces que às vezes
Quando falha o chão
O salto é sem rede
E tens de abrir as mãos
Pedes-me um sonho
Pra juntar os pedaços
Mas nem tudo o que parte
Se volta a colar.
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