A montanha vai ficar para a próxima... Manha de hoje e serão de amanhã com trabalho. Tarde de hoje talvez com teatro, em Cbra. Tb lá estive ontem à noite, numa singular visita rápida.
Entrett, descobri online alguns textos que são bons de ler. Daqueles que poderiam muito bem ter sido escritos por mim. E já não falta mt p os 35... Cá está.
The whole truth is that I don’t want to go to weddings alone; I go alone because that’s the best option I have. The whole truth is that I travel alone because I don’t have a partner to travel with me, and the alternative of not going anywhere is so much worse. (...) The whole truth is that being single can be liberating and empowering, but simultaneously isolating and terrifying. The whole truth is that I am scared all the time.
The whole truth is that you can love your life, and still yearn for what is missing.
E, por acaso, encontrei ainda outro, que encaixa como uma luva na poderosa aventura Paris-Londres-Glasgow: aqui.
sábado, 7 de dezembro de 2013
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
To the mountain?!
É possível ter-se pena de não ter algo que nunca se teve? Se não, é certamente compreensível querer-se/ imaginar-se algo de bom que se quer. Por estes dias, e perante um anormalmente quase livre fds (só quase porque há obrigações, mas menos do que é habitual), o que apetece é agarrar alguém pela mão e ir algures. Não tinha de ser longe ou perto. Apenas um sítio diferente, mas com companhia. Na contínua falta dela (e numa inexistente tentativa de arranjá-la) surgiu esta agradável e tentadora hipótese. É quase aqui ao lado, mas por significar acima de tudo uns momentos de paz, parace-me bem. Ainda não está 100% definido, até porque está monetariamente dependente de alguma análise lol mas afigura-se como bastante provável uma escapadinha entre amanhã à tarde e segunda-feira de manhã. Vai um bocado de trabalho atrás, mas a perpectiva de um recanto quentinho fará certamente esse "pormenor" assemelhar-se a um jogo de tetris :)
Invictus -
Não sou apoligista e nem acho particular piada a, quando morrem determinadas pessoas, mesmo que não as conhecçamos "de lado nenhum" (independentemente da superior importância de algumas delas, como é o caso da pessoa a quem se refere este post), "desatarem" a partilhar" coisas e mais coisas murais abaixo. Correndo o risco de estar a fazer algo parecido lol fica aqui neste cantinho mais refundido um poema relacionado com Mandela e com o diário que ele escreveu quando esteve preso. Esta declamação, bem como a música que a acompanha, é sublime, inspiradora e uma das coisas mais assombrosamente belas que alguma vez ouvi/ vi. De tempos a tempos revejo, para me dar alguma luz :)
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
links gostosos
Para quebrar um pouco a aura menos boa do post anterior, alguns links gostosos:
- Um plano teatral, para a tarde do próximo sábado ou do sábado seguinte, em Cbra.
- O tal vício das manualidades e a inspiração do inglês Attic24, ontem à noite descoberto em versão blogue!
- Uma casa LINDA de morrer e construída essencialmente com aquilo que é essencial, passo a redundância, o amor, o gosto, a dedicação. Na Inglaterra, tb pois claro!
- E um interessante conjunto de perguntas para se fazerem numa espécie de balanço de final de ano, mas tb úteis para se fazerem dia após dia. A última da lista é, talvez, a mais importante para mim, neste momento: How can I be kind to myself?
- Um plano teatral, para a tarde do próximo sábado ou do sábado seguinte, em Cbra.
- O tal vício das manualidades e a inspiração do inglês Attic24, ontem à noite descoberto em versão blogue!
- Uma casa LINDA de morrer e construída essencialmente com aquilo que é essencial, passo a redundância, o amor, o gosto, a dedicação. Na Inglaterra, tb pois claro!
- E um interessante conjunto de perguntas para se fazerem numa espécie de balanço de final de ano, mas tb úteis para se fazerem dia após dia. A última da lista é, talvez, a mais importante para mim, neste momento: How can I be kind to myself?
Penas
Ontem, alguns momentos antes de adormecer, ao invés de folhear um livro e graças à globalização do wireless "folheei" as páginas do FB só para ver alguma novidade, alguma palermice, alguém interessante no chat (vidas modernas...). Deparei-me com este vídeo, cujo enternecedor título me chamou a atenção. Com o calor do aquecedor a aquecer os pés, o coração tb foi aquecendo. E pequenas lágrimas não tardaram em vir à tona. Antes de iniciar este post, abrir a pasta "fotós de eleição", que vou enchendo dia após dia, em busca de alguma imagem inspiradora que pudesse ilustrar esta mistura de sentimentos. Talvez a pena seja o substantivo que surge mais à tona. Pena de não ter um coração igual ao meu, que ande aqui mesmo ao lado. Pena de estender a mão, com uma espécie de silencioso grito de solidão e de não haver outra mão que segure e ampare a queda. Pena de não ter um fruto, um coração pequenino entre estes dois maiores de que falo. Que fosse o soma de uma existência madura, de uma vida plena, ou perto de o ser. Pena de não ter esse presente para me dar a mim. Pena de não me poder dar a esse presente. E assim vai este mundo, cheio de penas. Como cantava a Amália e como canta a Dulce. E outras/os eventualmente...
Cheia de penas
Cheia de penas me deito
E com mais penas
E com mais penas me levanto
Cheia de penas me deito
E com mais penas
E com mais penas me levanto
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
Vícios bons
Se o solinho de Outono inspira as fotós aqui e acolá, o frio de Inverno faz-me viciada em rendas e crochet na companhia de um qq aquecedor, lareira ou Sol, sempre que o mesmo tiver algum calor :) Uma ideia aqui ou ali, vão fazendo coisas, espero que consiga finalizar todas lol
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
Manualidades

Gostava de ter um pouco mais de imaginação, espaço físico e uma certa dose de empreendedorismo/ investigação para me dedicar a estas coisas dos trabalhos manuais. Mas, na medida do que consigo e do que tenho tempo/ vontade, vou fazendo umas coisitas.
Ontem, depois de um serão que pensei pudesse ser um pouco mais familiar (que termo este... que me é tão caro, tão surreal, tão frustrante...), acabei por ficar sozinha à lareira, na companhia de umas séries que já não via há algum tempo e dediquei-me um pouco a um novo trabalho.
O objectivo é construir uma "pequena" caixa quadrada (ainda não sei se vai ter tampa ou não) para arrumação de artigos diversos lol A cor, vai ganhando ao sabor da vontade e da parca imaginação. Mas parece-me que o resultado está a ser bem interessante e engraçado!
Entretanto, ontem descobri uma página lindíssima e imensamente inspiradora (Attic24) de uma inglesa que faz coisas maravilhosas em renda. Mas daquela renda original, colorida, moderna :)
Hoje ou assim que possa fiquei com vontade de entrar numa loja de lãs aqui das redondezas e abastecer-me de uns quantos novelos. A cada ano que passa, este tempo frio, dá-me vontade isso mesmo.

E é também para isto que servem os trabalhos manuais: para distrair/ abstrair, enxotar pensamentos/ estados menos bons. Ajudar a cultivar sorrisos, no fundo. Acho eu. Para mim, tem sido/ é um remédio. E vale tanto ou mais que muitas caixas da farmácia, que espero nunca consumir...
Entrett, o recente "modo flirt" de que aqui dei nota foi fugaz. Posso até utilizar muitos outros adjectivos: triste, falso, etc. Desvaneceu-se tão ou mais depressa do que chegou. Continuo por aqui, nas minhas 1001 realidades, já tendo desistido de procurar, mas no fundo ainda à espera de encontrar... alguém.
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