sábado, 14 de dezembro de 2013

Em nome do pai, da mãe e do(a)/s filho(a)/s

 
E assim, em poucas e aparentemente simples palavras, se explica muito coisa...
 
A vida, de facto, nunca é um assunto arrumado. É um "trabalho" minuto a minuto, dia após dia, ano após ano...
 
 

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

memórias póstumas

 
AO VERME QUE PRIMEIRO ROEU AS FRIAS CARNES DO MEU CADÁVER DEDICO COMO SAUDOSA
LEMBRANÇA ESTAS MEMÓRIAS PÓSTUMAS
 
 
 
 
 
Sou utilizadora algo compulsiva do FB, confesso. Já fui mais, contudo. No dia-a-dia, abro a página um pouco mais tarde do que costumava, para me distrair menos. Mas é bom estar contactável, digamos assim, ao longo do dia. E em alguns momentos "mortos", cada vez menos é verdade, também sabe bem "folhear". E depois acontece 1 de duas coisas: Ou vemos coisas que não têm jeito nenhum MESMO, e rapidamente vão para a reciclagem mental, ou então vemos coisas que nos prendem num ápice, às vezes sem sabermos exactamente bem porquê. Rapidamente clicamos em gosto e em partilhar. E mais rapidamente ainda temos inspiração carimbada para o resto do dia.
 
E foi isso mesmo que me aconteceu ontem. Assim "ao calhas" apareceu no meu mural um quadradinho com as palavras acima. E instantaneamente li-o em voz alta e colocada. Não sei porquê, mas prendeu-me. Achei uma frase elegante, misteriosa, sei lá que mais. Forte pronto.
 
Após uma rápida pesquisa, lá contextualizei a mesma e já conferi que este livro existe na biblioteca daqui :) Mais alguns minutos e irei ladeira acima buscar a preciosidade, gentilmente emprestada num prazo de 15 dias, prorrogáveis lol.
 
Não tenho lido muito nos últimos tempos, infelizmente. por preguiça por desleixo. Mas continuo a colecionar livros e interesses. Acho que vou morrer assim. No meu quarto há 3 instáveis pilhas a aguardar uma prateleira bonita, numa casa pacífica e minha. Para quando, não sei.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Recordações adolescentes



Pelas bandas do FB há uma página de que gosto bastante porque recorda imensas, paletes de músicas dos anos 70/80/90 que me são quentinhas na memória e no coração. Há instantes vislumbrei esta. E aqui, recostada na mesma cama em que me recosto há uma catrefada de anos, jurei sentir a mesma sensação que sentia na adolescência, quando ouvia esta mesma música (e outras) e as gravava nas saudosas cassetes. Quando imaginava um futuro não sei bem como, mas com a urgência e a fé típicas de gente adolescente. Gostei de recordar esses pormenores e de os sentir. Só não aprecio continuar a sonhar com talvez o mesmo futuro que, na verdade, não sei bem como o imagino. Demasiado confuso?!

domingo, 8 de dezembro de 2013

fds

Fim-de-semana gostoso este, quase a chegar ao fim.
Algum trabalho, caminhada ao Sol, feirinha de Natal aqui ao lado, comida indiana e matiné de teatro no sábado, sozinha. Adorei e vou repetir. Gostei das várias "coisas" que aqui acabei de enumerar e de outros tantos pormenores que guardo para mim. Mas ressalvo o teatro e o bonito resumo da peça do Teatrão (mais pormenores aqui, para quem quiser ir ver tb). O copy paste é mm p sublinhar o recordar de emoções de um tempo que já não volta e que está aqui quentinho, guardado no coração. Tenho pena de já não ter avós (só conheci os do lado materno) e tenho tb pena, muita, de ainda não ter "dado" esta experiência netos-avós aos meus pais. Porventura, nunca irei conseguir tal "proeza"... Enfim, fica então o resumo d'A Viagem a Casa dos Meus Avós, de ontem:

É preciso toda uma aldeia para educar uma criança, diz o provérbio africano. Nessa "tarefa", os avós ocupam um lugar central: o da ternura, da brincadeira cúmplice e sem regras, do amor incondicional, o lugar onde nos sentimos seguros e autênticos. Ao mesmo tempo, os avós também já foram netos, o que os torna verdadeiros reservatórios de uma memória que se estende por várias décadas.
 
Foi com este material tão rico e próximo de nós que decidimos embarcar numa viagem que explora este imaginário das relações que existem entre avós e netos e que nos ajudam a compreender quem somos hoje. Para tal, entrevistamos avós e netos, realizamos dois workshops, visitamos casas de avós, recolhemos histórias, músicas, fotografias, mergulhamos carinhosamente nesse mundo e estudamos o que é ser avô e neto hoje: o mesmo que há 50 ou 100 anos? Ainda há diferenças entre os "avós do campo" e os "avós da cidade"? Será que brincamos da mesma forma, contamos as mesmas histórias ou nos zangamos pelas mesmas razões? E o que acontece quando os netos decidem investigar os armários dos avós?
 
Entre sonhos, sabores, músicas e segredos, VIAGEM A CASA DOS MEUS AVÓS transporta toda a família para um universo muito próprio que todos reconhecemos e onde adoramos entrar de mãos dadas. Neste espetáculo que quase dispensa a palavra, as cenas sucedem-se ao ritmo próprio da imaginação e das brincadeiras de criança e convoca avós e netos de hoje e de sempre.
 

sábado, 7 de dezembro de 2013

Meias verdades

A montanha vai ficar para a próxima... Manha de hoje e serão de amanhã com trabalho. Tarde de hoje talvez com teatro, em Cbra. Tb lá estive ontem à noite, numa singular visita rápida.

Entrett, descobri online alguns textos que são bons de ler. Daqueles que poderiam muito bem ter sido escritos por mim. E já não falta mt p os 35... Cá está.

The whole truth is that I don’t want to go to weddings alone; I go alone because that’s the best option I have. The whole truth is that I travel alone because I don’t have a partner to travel with me, and the alternative of not going anywhere is so much worse. (...) The whole truth is that being single can be liberating and empowering, but simultaneously isolating and terrifying. The whole truth is that I am scared all the time.

The whole truth is that you can love your life, and still yearn for what is missing.

E, por acaso, encontrei ainda outro, que encaixa como uma luva na poderosa aventura Paris-Londres-Glasgow: aqui.



sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

To the mountain?!


É possível ter-se pena de não ter algo que nunca se teve? Se não, é certamente compreensível querer-se/ imaginar-se algo de bom que se quer. Por estes dias, e perante um anormalmente quase livre fds (só quase porque há obrigações, mas menos do que é habitual), o que apetece é agarrar alguém pela mão e ir algures. Não tinha de ser longe ou perto. Apenas um sítio diferente, mas com companhia. Na contínua falta dela (e numa inexistente tentativa de arranjá-la) surgiu esta agradável e tentadora hipótese. É quase aqui ao lado, mas por significar acima de tudo uns momentos de paz, parace-me bem. Ainda não está 100% definido, até porque está monetariamente dependente de alguma análise lol mas afigura-se como bastante provável uma escapadinha entre amanhã à tarde e segunda-feira de manhã. Vai um bocado de trabalho atrás, mas a perpectiva de um recanto quentinho fará certamente esse "pormenor" assemelhar-se a um jogo de tetris :)

Invictus -



Não sou apoligista e nem acho particular piada a, quando morrem determinadas pessoas, mesmo que não as conhecçamos "de lado nenhum" (independentemente da superior importância de algumas delas, como é o caso da pessoa a quem se refere este post), "desatarem" a partilhar" coisas e mais coisas murais abaixo. Correndo o risco de estar a fazer algo parecido lol fica aqui neste cantinho mais refundido um poema relacionado com Mandela e com o diário que ele escreveu quando esteve preso. Esta declamação, bem como a música que a acompanha, é sublime, inspiradora e uma das coisas mais assombrosamente belas que alguma vez ouvi/ vi. De tempos a tempos revejo, para me dar alguma luz :)

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

links gostosos

Para quebrar um pouco a aura menos boa do post anterior, alguns links gostosos:

- Um plano teatral, para a tarde do próximo sábado ou do sábado seguinte, em Cbra.

- O tal vício das manualidades e a inspiração do inglês Attic24, ontem à noite descoberto em versão blogue!

- Uma casa LINDA de morrer e construída essencialmente com aquilo que é essencial, passo a redundância, o amor, o gosto, a dedicação. Na Inglaterra, tb pois claro!

- E um interessante conjunto de perguntas para se fazerem numa espécie de balanço de final de ano, mas tb úteis para se fazerem dia após dia. A última da lista é, talvez, a mais importante para mim, neste momento: How can I be kind to myself?