quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
O meu Natal
O que é que gostei mais neste Natal? Para além do descanso e do uso abusivo do pijama, foram as duas canecas de café fumegante que tomei ao pequeno-almoço, ambas de lareira acesa.
Na terça, a trabalhar ao pc na cozinha, com a bonecada ligada na tv e uma velinha de cheiro bom;
Na quarta, com direito a torradas, sem o pc, mas com a bonecada à mesma.
E, claro, a parte felina, como é hábito. Agora reduzida a um único gato, com o rabo torto, mas que usou e abusou do calor da fogueira, na verdade possivelmente o único sítio onde a temperatura era maior...
E de que é que gostei menos? A infinita falta de emoção...
sábado, 21 de dezembro de 2013
Heart of Mine
Música bem pacífica, numa pacífica (e bem fria) manhã de trabalho. Para a tarde perspectivam-se algumas distrações. E continua-se a fazer muita força para que a jovem vida de que falei no post abaixo não se perca. As notícias que se ouvem não são nada boas, mas haja ESPERANÇA, muita.
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
Esperança
O poema, apenas o achei bonito. Não tem relação directa com o seguinte relato: Nos últimos dias, torce-se com unhas e dentes e, acima de tudo, com muita ESPERANÇA, que um colega dos bv saia com vida do infeliz acontecimento do fds. Reza-se e invocam-se as forças mais poderosas para que o iluminem nesta luta que é só dele, lá deitado, sozinho. À distância, vive-se a angústia de uma jovem vida na corda bamba. Não é possível, isto tem que acabar bem. Neste momento, espero muito que não estejamos MESMO sozinhos neste universo. Que Deus o ilumine, possa ouvir as muitas preces que fazemos cá em baixo e deixe esta bonita vida continuar a brilhar. Porque ainda tem muito brilho. A ajuda ao próximo que tem feito nos últimos anos não pode ter sido em vão.
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
lonas
Fá-la tímida e má o ter de viver duas vidas, uma de imaginação, outra de realidade. Por isso tem o olhar desvairado para dentro, de quem segue um sonho e anda neste mundo por acaso.
Raul Brandão
Raul Brandão
Notícias tristes, dias chuvosos, percalços caseiros e outros laborais, astral nas lonas. E é isto, por estas bandas :(
sábado, 14 de dezembro de 2013
Em nome do pai, da mãe e do(a)/s filho(a)/s
E assim, em poucas e aparentemente simples palavras, se explica muito coisa...
A vida, de facto, nunca é um assunto arrumado. É um "trabalho" minuto a minuto, dia após dia, ano após ano...
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
memórias póstumas
AO VERME QUE PRIMEIRO ROEU AS FRIAS CARNES DO MEU CADÁVER DEDICO COMO SAUDOSA
LEMBRANÇA ESTAS MEMÓRIAS PÓSTUMAS
Sou utilizadora algo compulsiva do FB, confesso. Já fui mais, contudo. No dia-a-dia, abro a página um pouco mais tarde do que costumava, para me distrair menos. Mas é bom estar contactável, digamos assim, ao longo do dia. E em alguns momentos "mortos", cada vez menos é verdade, também sabe bem "folhear". E depois acontece 1 de duas coisas: Ou vemos coisas que não têm jeito nenhum MESMO, e rapidamente vão para a reciclagem mental, ou então vemos coisas que nos prendem num ápice, às vezes sem sabermos exactamente bem porquê. Rapidamente clicamos em gosto e em partilhar. E mais rapidamente ainda temos inspiração carimbada para o resto do dia.
E foi isso mesmo que me aconteceu ontem. Assim "ao calhas" apareceu no meu mural um quadradinho com as palavras acima. E instantaneamente li-o em voz alta e colocada. Não sei porquê, mas prendeu-me. Achei uma frase elegante, misteriosa, sei lá que mais. Forte pronto.
Após uma rápida pesquisa, lá contextualizei a mesma e já conferi que este livro existe na biblioteca daqui :) Mais alguns minutos e irei ladeira acima buscar a preciosidade, gentilmente emprestada num prazo de 15 dias, prorrogáveis lol.
Não tenho lido muito nos últimos tempos, infelizmente. por preguiça por desleixo. Mas continuo a colecionar livros e interesses. Acho que vou morrer assim. No meu quarto há 3 instáveis pilhas a aguardar uma prateleira bonita, numa casa pacífica e minha. Para quando, não sei.
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Recordações adolescentes
Pelas bandas do FB há uma página de que gosto bastante porque recorda imensas, paletes de músicas dos anos 70/80/90 que me são quentinhas na memória e no coração. Há instantes vislumbrei esta. E aqui, recostada na mesma cama em que me recosto há uma catrefada de anos, jurei sentir a mesma sensação que sentia na adolescência, quando ouvia esta mesma música (e outras) e as gravava nas saudosas cassetes. Quando imaginava um futuro não sei bem como, mas com a urgência e a fé típicas de gente adolescente. Gostei de recordar esses pormenores e de os sentir. Só não aprecio continuar a sonhar com talvez o mesmo futuro que, na verdade, não sei bem como o imagino. Demasiado confuso?!
domingo, 8 de dezembro de 2013
fds
Fim-de-semana gostoso este, quase a chegar ao fim.
Algum trabalho, caminhada ao Sol, feirinha de Natal aqui ao lado, comida indiana e matiné de teatro no sábado, sozinha. Adorei e vou repetir. Gostei das várias "coisas" que aqui acabei de enumerar e de outros tantos pormenores que guardo para mim. Mas ressalvo o teatro e o bonito resumo da peça do Teatrão (mais pormenores aqui, para quem quiser ir ver tb). O copy paste é mm p sublinhar o recordar de emoções de um tempo que já não volta e que está aqui quentinho, guardado no coração. Tenho pena de já não ter avós (só conheci os do lado materno) e tenho tb pena, muita, de ainda não ter "dado" esta experiência netos-avós aos meus pais. Porventura, nunca irei conseguir tal "proeza"... Enfim, fica então o resumo d'A Viagem a Casa dos Meus Avós, de ontem:
É preciso toda uma aldeia para educar uma criança, diz o provérbio africano. Nessa "tarefa", os avós ocupam um lugar central: o da ternura, da brincadeira cúmplice e sem regras, do amor incondicional, o lugar onde nos sentimos seguros e autênticos. Ao mesmo tempo, os avós também já foram netos, o que os torna verdadeiros reservatórios de uma memória que se estende por várias décadas.
Algum trabalho, caminhada ao Sol, feirinha de Natal aqui ao lado, comida indiana e matiné de teatro no sábado, sozinha. Adorei e vou repetir. Gostei das várias "coisas" que aqui acabei de enumerar e de outros tantos pormenores que guardo para mim. Mas ressalvo o teatro e o bonito resumo da peça do Teatrão (mais pormenores aqui, para quem quiser ir ver tb). O copy paste é mm p sublinhar o recordar de emoções de um tempo que já não volta e que está aqui quentinho, guardado no coração. Tenho pena de já não ter avós (só conheci os do lado materno) e tenho tb pena, muita, de ainda não ter "dado" esta experiência netos-avós aos meus pais. Porventura, nunca irei conseguir tal "proeza"... Enfim, fica então o resumo d'A Viagem a Casa dos Meus Avós, de ontem:
É preciso toda uma aldeia para educar uma criança, diz o provérbio africano. Nessa "tarefa", os avós ocupam um lugar central: o da ternura, da brincadeira cúmplice e sem regras, do amor incondicional, o lugar onde nos sentimos seguros e autênticos. Ao mesmo tempo, os avós também já foram netos, o que os torna verdadeiros reservatórios de uma memória que se estende por várias décadas.
Foi com este material tão rico e próximo de nós que decidimos embarcar numa viagem que explora este imaginário das relações que existem entre avós e netos e que nos ajudam a compreender quem somos hoje. Para tal, entrevistamos avós e netos, realizamos dois workshops, visitamos casas de avós, recolhemos histórias, músicas, fotografias, mergulhamos carinhosamente nesse mundo e estudamos o que é ser avô e neto hoje: o mesmo que há 50 ou 100 anos? Ainda há diferenças entre os "avós do campo" e os "avós da cidade"? Será que brincamos da mesma forma, contamos as mesmas histórias ou nos zangamos pelas mesmas razões? E o que acontece quando os netos decidem investigar os armários dos avós?
Entre sonhos, sabores, músicas e segredos, VIAGEM A CASA DOS MEUS AVÓS transporta toda a família para um universo muito próprio que todos reconhecemos e onde adoramos entrar de mãos dadas. Neste espetáculo que quase dispensa a palavra, as cenas sucedem-se ao ritmo próprio da imaginação e das brincadeiras de criança e convoca avós e netos de hoje e de sempre.
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