segunda-feira, 4 de agosto de 2014

A verdade







Acima: Hoje não me apetecia minimamente ir almoçar a casa. Não me apetecia, aliás, ir almoçar a nenhum sítio com gente. Acho até que nem sequer tinha muita fome. Mas adiante, peguei na "bucha" e fui até à serra. Só lá estava eu, o vento, o cheiro da erva do campo e uma pequena música no mp3. Foi curta a estadia, mas boa para... respirar.

Abaixo: Ontem, a ver se o sono chegava, voltei a googlar "filmes brasileiros". Escolhi este, que não cheguei a ver todo, não porque o sono tivesse chegado, mas porque não me apetecia afundar ainda mais. De qq modo, ainda ouvi a senhora mais velha dizer algo deste género: A mulher, chega numa certa idade em que o importa não é propriamente ser amada, é ser desejada. E acho que é algo parecido com isso: Com a idade percebe-se cada vez melhor o sentido dessa expressão e o afundanço é exactamente a ausência (desde sempre) dessa realidade. Os afundanços têm sido, aliás, cada vez mais frequentes. Mas a luta segue.



Trucidada


uma imagem avulsa, mas contextualizante...


o gato mais novo


em fase "somersbyano-dependente"


Um dos recantos onde tenho consumido essa dependência

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

dinner time!



Se uma imagem vale mais do que mil palavras, duas imagens valerão duas mil?!
Em cima, o jantar de hoje, comido dentro de portas, a ver o Rocky (não sei qual dos filmes, mas talvez tenha sido o primeiro) vs Em baixo, o jantar de anteontem, comigo na rua, na cama de rede. Os pontinhos "pacanitos" que se vislumbram no escuro são do cão e dos gatos, que cobiçaram a comida alheia. Tiveram sorte q também provaram alguma coisa.

Ambos feitos por moi, que tanto gosto de cozinhar, mas que tão pouco tempo tenho.

Valeu.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Peregrina Rosi


Tenho TANTO orgulho nesta fotó. Pelo facto de a modelo ser inglesa, mas essencialmente por ter finalmente começado a "perder a vergonha" de pedir para tirar uma fotó. É que aqui na minha vila passam IMENSAS pessoas, ora a pé ora de bicicleta, essencialmente a caminho de Santiago de Compostela. Por norma vêm de avião até Lisboa e depois prosseguem o seu caminho. É um fascínio para mim estas verdadeiras "histórias ambulantes" que passam despercebidas, e no Verão quase diariamente. Alguns são portugueses, mas já falei com pessoas das seguintes origens: Itália, Polónia, Malta, agora Inglaterra, EUA, França, Espanha, etc. Espero que esta tenha sido a primeira fotó de muitas! Estou mesmo feliz bolas :):):)

Acrescento que a modelo é a londrina Rosi Lalor e tem 34 anos.

P. S.: Voltei aqui ao blogue para, aproveitando a deixa do aspecto aventureiro deste post, relembrar que de hoje a um mês estarei de partida para a minha aventura. Neste momento, quase que parece que não vai acontecer, porque há longos dias que não tenho feito pesquisas e que estou descansada por ter os bilhetes e reservas todos tratadinhos. Agora é passar a fase atulhada das festas cá do sítio e de 15 dias de trabalho a redobrar. Depois, a cerca de uma semana da coisa é que o frio gostoso na barriga vai aparecer. So it be :)

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Acima e Abaixo




Acima: A volta à normalidade, a parte dela, pelo menos. Depois de um fds super mega gostoso, e à falta de vontade de ir para casa ou para o local do trabalho B, vim parar à biblioteca. Bens essenciais? Uma laranja, aguinha, pc debaixo do braço e Rodrigão nos ouvidos. Vontade de trabalhar? Pouca...

Abaixo: Este fds houve iniciação aos bungalows, neste caso na Gala. Já tinha ouvido falar, mas nunca tinha experimentado. Fiquei fã. Fiz o cartão e hei-de voltar a este ou a outro, por esse Portugal afora. Vide Orbitur.







sábado, 26 de julho de 2014

Carta aos meus Avós - A partir de Saramago





Diz que hoje é dia dos avós. Já escrevi aqui no blogue diversos posts sobre a minha avó Marquitas, que nos deixou em 2002. Eu só conheci os meus avós maternos. Quanto ao meu avô, foi algo presente, mas não representou grande influência para mim. Já a minha avó Marquitas, foi não uma 2ª mas talvez muitas vezes uma 1ª mãe para mim. Nunca a esquecerei e tenho saudades diárias dela. Chorei tanto a ver este vídeo, que encontrei agora mesmo. Vi tantas coisas nele que vi na minha infância, em tantos momentos que partilhei com ela. A máquina de costura, o tanque de lavar a roupa, as galinhas, meu Deus. Tanta coisa que ela me deixou no coração. Agora é só aí mesmo que a guardo. Que saudades tuas avó. Continuas a fazer-me tanta falta.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Bungalow para 1

 
A estadia de Domingo e de segunda será precisamente aqui. Um bocadinho de tempo, pouco, mas o suficiente para fazer pequenos milagres interiores. Por mim, ia já hoje!

Ser/ estar sozinho/a














Isto de ser-se/ estar-se sozinho/a, na maioria das vezes (tirando aquelas em que a tristeza "bate" mesmo forte) não mete medo. Pelo menos no curto e no médio prazo. No longo prazo já é outra história. Mete pavor imaginar que se precisa ir à farmácia ou ao hospital a meio da noite ou a outro sítio qualquer e não há ali ao lado ninguém/ nada.

Mas enquanto vai havendo desenrasque, capacidade mental e física a vida vai passando e tendo alguns momentos verdadeiramente mágicos. Solitariamente mágicos. O final da tarde de ontem foi exemplo disso mesmo. E o que e desejo é isto: se não aparecer ninguém para me apaziguar os dias, e a quem eu possa apaziguar tb (porque a vida é um constante dar e receber!), espero nunca perder esta capacidade, que orgulhosamente julgo ter, de gostar imensamente da minha companhia, de estar comigo, com as minhas tralhas e com as minhas coisas. Com os meus prós e com os meus contras. Mas bem.

Sem sombra de dúvida: ontem passei uma das tardes mais felizes da minha vida.
Que fique registado :)