quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Lauren Bacall's Honorary Oscar: 2009 Governors Awards





Não vivi nesta "época de ouro", mas sempre senti alguma atracção por estes filmes americanos, pela música, pela elegância, pela fineza. No vestir e no agir :) A lady, will always be a lady

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Rebel





Hoje, mais uma notícia daquelas que se refundem pelas redes sociais adentro.

Esta coisa dos suicídios, das depressões nunca me passam ao lado. Seja uma "notícia" mais perto ou mais longe. Sobre alguém que se conhece mesmo de verdade ou sobre alguém de quem se ouve falar na tv ou cujo trabalho se acompanha. É o caso.

Quando penso neste assunto, a maioria das pessoas, ou uma grande parte, pensa: "como é que uma pessoa é capaz de se matar?". Julgo que esta é a primeira pergunta que surge. Eu também a faço.

Mas penso mais um bocado. Penso que me é inimaginável a solidão, o desespero, o negrume em que as pessoas que traçam o seu próprio fim vivem, ou sobrevivem. É um tema muito, mas mesmo muito triste e "interessante".

Já disse isto a uma familiar muito próxima, que julgo não ter entendido a profundidade do pseudo-conselho: Cada um de nós, por mais amigos, parentes, conhecidos, que faça e que se cruzem na sua vida, tem um percurso que faz unica e exclusivamente sozinho/a. E é exactamente a relação que temos connosco próprios que nos define, que nos traça os passos, os pensamentos e as acções.

Hoje proliferam bitaites online sobre esta triste notícia, deixo aqui o meu.

Ainda uma partilha de outrém: Dooou o sorriso ao mundo e perdeu o dele.

E um desabafo, na mesma linha com que terminou uma pequena reportagem sobre isto, que vi há pouco: Eu também tenho um medo atroz de ficar sozinha.

Fica também a recordação de alguns filmes que me marcaram. Não são filmes da treta, são histórias fantástica, cada uma no seu contexto, vistas pela primeira vez numa adolescência feliz e revistas já alguma outra(s) vez(es), mais tarde. Gosto de rever porque me transportam para lá, porque me ensinaram também a crescer e porque, de facto, falamos de um actor que transbordava o coração pelos olhos. "O Bom Rebelde", "Sociedade dos Poetas Mortos", "Hook" e "Mrs. Doubtfire". Estes são apenas os que vi mesmo "à séria", e que idolatro. Vi bocadinhos de outros e vi também este, mas sempre me soou estranho vê-lo a interpretar papel de "mau da fita".


segunda-feira, 11 de agosto de 2014

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

"O Méééééking Of"





Quando for grande, gostava de poder/ saber fazer algo assim :)

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

loca, loca, loca





Um dia, daqui a muitos anos, vou ter saudades destas minhas pequenas "loucuras" :)

terça-feira, 5 de agosto de 2014

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

A verdade







Acima: Hoje não me apetecia minimamente ir almoçar a casa. Não me apetecia, aliás, ir almoçar a nenhum sítio com gente. Acho até que nem sequer tinha muita fome. Mas adiante, peguei na "bucha" e fui até à serra. Só lá estava eu, o vento, o cheiro da erva do campo e uma pequena música no mp3. Foi curta a estadia, mas boa para... respirar.

Abaixo: Ontem, a ver se o sono chegava, voltei a googlar "filmes brasileiros". Escolhi este, que não cheguei a ver todo, não porque o sono tivesse chegado, mas porque não me apetecia afundar ainda mais. De qq modo, ainda ouvi a senhora mais velha dizer algo deste género: A mulher, chega numa certa idade em que o importa não é propriamente ser amada, é ser desejada. E acho que é algo parecido com isso: Com a idade percebe-se cada vez melhor o sentido dessa expressão e o afundanço é exactamente a ausência (desde sempre) dessa realidade. Os afundanços têm sido, aliás, cada vez mais frequentes. Mas a luta segue.



Trucidada


uma imagem avulsa, mas contextualizante...


o gato mais novo


em fase "somersbyano-dependente"


Um dos recantos onde tenho consumido essa dependência