terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Habits




Pelas bandas facebookianas há muita trampa. Mas muita trampa mesmo! Mas também há coisas boas. Algumas delas vejo, de tempos a tempos. Em especial, quando são em inglês, gosto de passar alguns minutos a ler em voz alta. Sempre pratico um bocado lol e vou tentanto assimilar as boas vibes que esses textos dão. E este é exemplo disso mesmo.

A figura com que ilustro este post tem a ver com o seguinte: neste texto consegui percepcionar na perfeição o exemplo progenitor menos positivo que tenho na minha existência e depois o exemplo mais positivo. Aquele que temos de perseguir individual e diariamente. Como diz o artigo, claro que todos têm dias/ semanas menos boas. Todos têm "direito" a isso. Mas não pode ser só isso.

É que o texto, apesar de estar intitulado na vertente mais negativa, aborda, em cada um dos 7 hábitos, a vertente positiva. Essa, felizmente, julgo tê-la... quase sempre.

Practicing positive habits daily is what sets happy people apart from unhappy people, not doing everything perfectly. 

Walk, fall down, get back up again, repeat. It's in the getting back up again where all the difference resides.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

A minha agenda



 Gosto muito de cadernos, cadernetas e, sobretudo, agendas. É raríssimo usar a agenda do tlm. Não acho piada. Eu gosto é das agendas "à moda antiga". E a cada final/ início de ano é com uma certa emoção que pego numa agenda em branco e a começo a preencher. Para 2015 a agenda é igualzinha à de 2014. Porque gosto de todas as funcionalidades. Dos pequenos autocolantes coloridos para recordar determinados eventos, afazeres. porque gosto do elástico que a prende. porque gosto da sua discreta cor preta. porque gosto do marcador. Etc.

Uma das primeiras coisas que faço é escrever algumas frases de que gosto particularmente. Possivelmente nem as volto a ler. Mas escrevê-las é suficiente para que me acompanhem o ano inteiro!

Três das predilectas são:

(uma dos alemães e brutais Enigma)
"Heart is the engine of your body
But brain is the engine of life"

Outra do Nietzche
"Nunca é alto o preço a pagar
Pelo privilégio de se pertence a si mesmo"

E mais duas avulsas, de autor/es desconhecido/s. A primeira ouvi há já algum tempo na RR e nunca esqueci:
"Sê amigo de todos, mas sozinho no espírito"
e
"O amor próprio é o início de um romance para a vida inteira" :)

Adiante: A agenda de 2015 ainda está então por preencher, mas estas frases irão concerteza estreá-la ;)

Contudo, já tem dois apetrechos no exterior. Uma frase inspiradora que encontrei nuns janotas pacotes de chá (espreitar aqui)! E uma folhinha que saiu de um furador giro, depois de umas destressantes furadelas, em folhas ao acaso!

P.S.: Este blogue está prestes a fazer 8 anos, mas continuo a desconhecer como rodar as imagens :/
se algum dos caros e escassos leitores se quiser chegar à frente, fico agradecida pela dica :)

domingo, 30 de novembro de 2014

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Desk(top)



Nem sempre é fácil o dia de trabalho, para mim e para (quase) toda a gente :) Às vezes é (quase) literalmente a mão esquerda no rato da esquerda e a mão direita no rato da direita. Em especial ontem e hoje foi sempre "a bombar", como diz o outro. Hoje trouxe trabalho para casa, mais uma vez, com a mão direita ocupada ora com o rato e com as teclas, ora com o garfo. É que foi mesmo! Mas uma coisa é certa: faço MESMO aquilo que gosto. E, por isso, não posso pedir mais. Agradeço (quase) diariamente esta secretária desarrumada, atulhada, mas feliz :)

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Seriedade, rigor, verticalidade


No emaranhado de notícias tugas dos últimos dias, eis um exclente artigo, possivelmente um dos únicos que, por esta altura, vale a pena ler, do princípio ao fim, aqui. Factual, mas contado em jeito biográfico, que eu adoro :)

Alguns trechos:

São famosas as suas almoçaradas, em que os pratos predilectos do patriarca são carapaus com açorda e cozido. 

Mas uma coisa todos têm em comum: “Firmeza nas decisões”, resume. E independência.  

Educar pelo exemplo. Quando a filha mais velha foi nomeada procuradora-geral da República, Marques Vidal declarou apenas que os filhos sempre foram independentes, como lhes ensinou “desde pequeninos”.

Se lhe gabam a seriedade e respeito institucional, invoca-se um sentido de humor desconcertante, que terá passado à filha. E teimosia. 

Foi magistrado de carreira mas com postura de polícia, imune ao “hermetismo” dos códigos. Sempre com o cachimbo como imagem de marca, à imagem do comissário Maigret. 

E um lema: Seriedade, rigor, verticalidade
Para as pequenas e para as grandes coisas. Em suma, para a vida.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Biclas




3 recuerdos de uma das actividades deste fds, mais especificamente a concretização, durante a manhã e início da tarde de ontem.

Pelo meio, recolha de couves para caldo verde, corte de batatas às 8h00 em cima de 3 sacos de cimento, corte de broa, café "das velhas" preparado num fogão de campismo e com um belo truque com brasa do lume, uma cadeira pedida à vizinha, um tupperware de caldo verde dado a outra e mais sobras de um panelão, igualmente de caldo verde, "doado" a um lar. Apesar da pouca afluência, o grupo foi pequeno mas coeso. Saldo muito, muito positivo. Mais uma experiência que fica :)

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Francisco José - Canta Guitarra Toca Baixinho





Esta música faz parte do meu imaginário infantil. Porque os meus pais gostam, porque havia cassetes em casa. Porque ia ouvindo quando ainda era bem pequenina. E porque gosto muito de reouvir, agora que já tenho os meus próprios gostos. O cantor desta, em particular, também é algo "marcante" porque há um nome na família inspirado por ele. E esta música é bem inspiradora, pela simplicidade :)

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

30 dias sem Facebook



O outfit de hoje e um texto muitíssimo interessante, que pode ser lido na íntegra aqui.

O meu resumo, menos bem escrito do que este artigo é o seguinte:
O FB é como o sal e a pimenta: qb. 
Se possível, evitar de todo ou utilizar só como chat ou inspiração!

Fazemos contas a tudo. Fazemos contas à vida e ao dinheiro. Raramente fazemos contas ao tempo.

Imergimos no Facebook porque precisamos de evadir-nos.  

E o Facebook pode fazer mal por três motivos essenciais: fantasia, vício e solidão. É apenas uma fantasia porque é feito de verdades parciais. Não há silêncios incómodos, copos de vinho derramados, nem desarranjos intestinais. Lá, somos todos muito felizes e anfetaminadamente sociáveis.

E qualidade implica estar com a pessoa em carne e osso. Substituir a comunicação cara-a-cara pela comunicação apenas no Facebook diminui as nossas capacidades de socialização e provoca isolamento.

Porque na vida contemporânea é extremamente difícil mantermo-nos conscientes e alerta, não nos afastarmos das fontes humanas de felicidade: contacto com a natureza, liberdade e relações humanas íntimas, e não ficarmos hipnotizados por uma orgia deslumbrante de ilusões.

Mas, como diria Musil, o ser esgotado sente-se atraído pelo que lhe faz mal.