terça-feira, 13 de janeiro de 2015
In A Different Time
Foi um final de noite difícil. Medo e solidão são duas das piores companhias com que se pode tentar adormecer. E é tudo, por agora.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
Viena, (apenas) uma ideia (por enquanto)
Já pensei diversas vezes que este ano, quando completar os 33, a 22 de Março portanto, gostava de estar num sítio diferente. Já tive diversas ideias (voltar a Inglaterra, escolher uma escapadinha tuga, etc). Qualquer das alternativas pode ocupar uma semana, não mais, abrangendo este dia que é o meu. Hoje, esta ideia aflorou novamente e, julgo que por mero acaso, surgiu Viena no pensamento. "Por mero" acaso, mas tendo em conta que a Europa tem os meus destinos de eleição (sem nunca esquecer Moçambique e os States, que se mantêm na minha wishlist). Vamos ver o que os próximos dias reservam. Resta continuar a pesquisar. Daqui a um mesito, nem tanto, será tempo de decidir. Bilhetes/ Reserva e on the go. Por agora o Talvez, daqui a mais algumas semanas o Sim ou o Não. Até lá, "acarditemos" :)
E entrett, ficam alguns conselhos do Lama, Dalai lol Já tinha lido o 17 algures e gosto bastante de pensar que é um dos que inspiram esta ideia :)
E ainda um vídeo bem giro.
domingo, 11 de janeiro de 2015
children's reactions
Muito bom :)
Mas na minha opinião, em vez da repetida "justificação" "os homens não batem nas mulheres", a "because it's bad" é a melhor de todas. Parece-me muito mais profunda, só isso.
Kaki Gaia 2014
Ainda não tinha tido ocasião de deixar aqui algumas imagens do torneio em que estivemos, entre 26 e 30 de Dezembro. 4 dias com muiiito frio, a dormir num saco cama dentro de uma sala de aula, e sem um banho decente lol, mas com um saldo bastante positivo. Foi uma "barrigada" de andebol! E ainda deu para rever a minha "afilhada" esequiana, que mora mesmo em frente à escola onde pernoitámos. Para o ano, gostava de voltar e levar um escalão completo de Minis, se possível :)
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
These boots are made for...?
De tudo, o que eu tenho mesmo, mas mesmo pena é de não ter conseguido cativar (essa é a palavra) - CA-TI-VAR - ninguém que calce o outro par da bota. Que navegue 90% das vezes na mesma onda que eu. Que tenha um colo quente para o qual me chame, quer tenha tido um dia impecável, quer acabe a jornada a sentir-me um lixo. A quem apetece adormecer a comer pipocas, sem se preocupar em lavar os dentes. "É só hoje". Que acompanhe o agradável silêncio de Domingo de manhã, o bebericar de um café feito em casa, os malabarismos do gato XS, do gato M e da gata L. Que assista à confeção de uma nutritiva sopa de legumes ou que ajude a fazer um bolo de laranja. Que ocupe a segunda pia do lava-loiças e enxague os tachos para o escorredor. Que confira: "É um sinal que tenho aí no fundo das minhas costas?" ou "Tenho algum resto de pastel de nata nos dentes?!". Que diga: "És uma miúda muito boa onda e eu gosto muito de ti". Alguém que chore a mesma lágrima que eu, que ria da mesma piada. Em quem eu pense quando me cruzar com a pessoa mais mal educada ao longo do dia e alguém que pense em mim quando precisar de desabafar sobre o bruto do patrão que o mandou bugiar.
Chega a doer, por vezes. Imaginar estas coisas todas, que se querem muito, que se desejam e com as quais se sonha, dia sim, dia sim. Mas que só existem mesmo nesse mundo imaginário que é o dos nossos sonhos, dos nossos desejos, dos nossos pensamentos. É verdade. É uma dor psicológica. Às vezes, a maior parte delas, suporta-se relativamente bem. Há trabalho e vão havendo distrações capazes de diluir, alguns instantes aqui, outros instantes acolá. Mas outras vezes é uma tarefa hercúlea, perante a qual se sucumbe.
Chega uma altura que farta inventar caminhos mais longos para chegar a casa. "Em vez de virar à direita, viro à esquerda, vou à rotunda e entro ali."
Chega de ver pessoas estranhas na minha lareira. De querer conversar quando mais ninguém quer. De preferir desligar a televisão ou ouvir a telefonia enquanto se almoça. Chega, caraças.
Não me apetece gastar mais dinheiro em roupa que não preciso, nem em sapatos que tenho de sobra, nem em objectos utilitários e/ ou para ornamentar uma casa que é também só nos meus sonhos que existe. Só porque tais actos fúteis representam estar menos tempo em casa e, por breves instantes, acreditar que vivo feliz. É deprimente o meu quarto atulhado.
Como uma faca de dois gumes: é um recanto onde não quero que ninguém entre e de onde desespero por sair.
Frases feitas e pseudo-construtivas como "Quando menos esperares..." ou "Não é porque não tem que ser..." 'Tá bem 'tá, lixo com elas. São horríveis de ouvir. Não preciso que tenham pena. Que imaginem uma trintonazinha a caminhar para tia, que, a dada altura, "vai ter" de se entregar a alguém só porque sim.
Não quero um conto de fadas, não procuro nenhum príncipe. Queria só um pedacinho de amor.
...
Já tinha dado este post por terminado, mas não posso deixar de lhe fazer um acrescento. É que estava a espreitar o FB e dou de caras com esta imagem. Não pude deixar também de notar a palavra que está rodeada... E também não posso deixar de referir que, não tendo aos presentes 32 anos lido na íntegra a obra da qual foi retirado este excerto, fui anteontem buscá-la emprestada à Biblioteca e estou a lê-la. Há coincidências e coincidências...
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
12x andebol na imprensa regional
Mensalmente, escrevo uma notícia andebolística para um jornal aqui do sítio do picapau amarelo! Há uns dias, lembrei-me de pedir os pdf jeitosos das mesmas, para fazer uma espécie de apanhado. Enquanto tento aprontar uma montagem com os 12 artigos de 2014, coloco-os aqui. São bonitos de ver :) Num "Horizonte" perto de si!
Até que ficou giro:
domingo, 4 de janeiro de 2015
Doces dias
Já agora, deixo aqui o link de um filme que "apanhei" há instantes online, para não o perder de vista.
sábado, 3 de janeiro de 2015
falsa baiana
Já postei esta música há uns tempos. E volto agora a fazê-lo. Já não ouvia também há algum tempo, mas felizmente vou juntando alguns sons predilectos nos favoritos, que reoiço de tempos a tempos. E esta, em particular, é um must: é leve, tem uma aura pura, bonita, enfim. Faz sentir bem, faz sorrir. E é para isso mesmo que a música serve! "Bota" replay :)
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