quinta-feira, 8 de outubro de 2015
Rui Veloso
Tenho andado em modo Rui. Nada ruim, a sério! Cheio de esperança, de inspiração, de novos e velhos objectivos. Que estou a trabalhar para alcançar, efectiva e concretamente :) Porque os copos estão meio vazios, na realidade, mas não podemos tirar os olhos da outra metade que está mesmo abaixo, cheia. De coisas para viver.
quarta-feira, 7 de outubro de 2015
terça-feira, 6 de outubro de 2015
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
Fetiches!
Apesar de usar, de quando em vez, a velhota singer lá de casa, fui incapaz de ceder, ontem, a (mais) esta tentação consumista. Com o entusiasmo deste momento, era capaz de ficar 1 semana inteira fechada num atelier a (tentar) criar coisas. Desde que tivesse também um radiozito ao pé :) Por agora, é ler as instruções, não perder o entusiasmo e ligar o ON dentro de poucos dias. Estou em crer que vamos ser muito felizes!
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
Antena Tree
Depois de uns dias só com música quase em loop, reapareceu hoje renovada. Com música, locutores e tudo e tudo e tudo. Não é a única coisa que oiço, mas tenho ouvido muito nos últimos tempos. Continua fresca e fofa. Eu cá, estou cada vez mais fã de sons limpos, conteúdos inteligentes, variados. Em suma, uma excelente companhia.
terça-feira, 29 de setembro de 2015
"Estranhíssimo colosso"
"Uma arma de triunfo te dei, sobre todas as outras: a coragem de seres só; deixou de te afectar como argumento ou força esmagadora a alheia opinião, as ligeiras correntes e os redemoinhos do mar; rocha pequena, mas segura, sobre ti se hão-de erguer, para que vençam a noite, as luzes salvadoras; não te prendem os louvores dos que te querem aliado, nem as ameaças dos contrários; traçaste a tua rota e hás-de segui-la até ao fim, sem que te desviem as variadas pressões. Só e constante, mesmo em face do tempo; os anos que rolam tu os consideras elemento de experiência; para os homens futuros episódios sem valor; se eles te abaterem, só terão abatido o que há de menos valioso; e contribuirão para que melhor se afirme o que puseste como lição da tua vida; a muitos absorve o actual; mas a ti, que tens como tua grande linha de cultura, e porventura tua alma, a posse das largas perspectivas, a hora começando te vê firme e firme te abandona. Nenhuma estóica rigidez neste teu porte; antes a compassada lentidão, a facilidade maleável de bom ginasta; não é por amor da Humanidade que hás-de perder as mais fundas qualidades de homem. Em tal espelho me revejo, eu que tomei tua alma incerta e a guiei; e contemplo como doce oferenda, como a mais bela visão que me poderias conceder, a clara manhã que já de ti desponta e lentamente progredindo há-de acabar por embalar o universo nos seus braços de luz"
# Agostinho da Silva, 'Considerações'
segunda-feira, 28 de setembro de 2015
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