sábado, 27 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
Torga, Miguel
"Não me perguntes,
porque nada sei
Da vida,
Nem do amor,
Nem de Deus,
Nem da morte.
Vivo,
Amo,
Acredito sem crer,
E morro, antecipadamente
Ressuscitando.
O resto são palavras
Que decorei
De tanto as ouvir.
E a palavra
É o orgulho do silêncio envergonhado.
Num tempo de ponteiros, agendado,
Sem nada perguntar,
Vê, sem tempo, o que vês
Acontecer.
E na minha mudez
porque nada sei
Da vida,
Nem do amor,
Nem de Deus,
Nem da morte.
Vivo,
Amo,
Acredito sem crer,
E morro, antecipadamente
Ressuscitando.
O resto são palavras
Que decorei
De tanto as ouvir.
E a palavra
É o orgulho do silêncio envergonhado.
Num tempo de ponteiros, agendado,
Sem nada perguntar,
Vê, sem tempo, o que vês
Acontecer.
E na minha mudez
Aprende a adivinhar
O que de mim não possas entender."
O que de mim não possas entender."
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
cup
Podia tomar um café "normal", numa qualquer chávena igual a tantas outras. Em algum sítio igual a tantos outros, mas não seria certamente a mesma coisa.
#53oldcup #mokambo #Constantina
:)
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
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