segunda-feira, 13 de junho de 2016

Aqui, no lugar de Porto Covo




"nem todos os ventos sopram para te derrubar, nem todas as pessoas chegam para te magoar. muitas vezes, os ventos fortes e as pessoas-em-forma-de-lição passam pela tua vida para te livrar do que tu, por medo ou dúvida, não consegues renunciar.
e às vezes só consegues entender isto quando tudo passar.
seja o que for, seja onde for, seja quem for, acalma o teu coração. 'nenhum floco de neve cai no lugar errado.' deixa que a Vida faça aquilo que sabe fazer melhor: dar voltas."

domingo, 5 de junho de 2016

BTT


Mais um evento brilhante cá na terra! Desta vez, fiquei na fotó :)

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Bilhética on progress



Falta uma semana e picos...

terça-feira, 17 de maio de 2016

Canijo




Trabalho belíssimo ontem, ao final da tarde. Acompanhamento de filmagens do novo filme de João Canijo e entrevista ao realizador. Iei!!!

domingo, 15 de maio de 2016

sábado, 14 de maio de 2016

Está quase!


Esboços, à prova de desorientados.
Mais uma jornada férrea que se aproxima a passos largos!
Em menos de um mês. Norte e Sul.

quarta-feira, 11 de maio de 2016

App




De certo modo avessa às (milhentas e algumas completamente bacocas) app que por aí há, ontem cedi por largos minutos e andei em experimentações :)

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Pedro Rolo Duarte


"Há amigos que estranham o facto de ser comprador habitual do “Público” e do “Correio da Manhã” (CM), e eu explico sempre a mesma coisa: se ler apenas um deles, fico com uma imagem distorcida da realidade - no CM, Portugal vive em estado de sitio, entre violações, catanadas, mortos, roubos, corrupção e Sócrates; pelo contrário, no “Público” praticamente não há criminalidade, a televisão não tem lixo nem reality-shows, há descobertas cientificas fascinantes e as pessoas que realmente marcam a nossa vida têm o obituário que merecem (exemplo recente: a morte do fotógrafo Pedro Cláudio ocupou duas páginas no “Público”, e não mais de 20 linhas no “Correio da Manhã”. Era o “Público” que estava certo, claro). Ou seja: no cruzamento da leitura dos dois jornais acabo por ficar diariamente com uma ideia do mundo em que vivo."

Bem visto :) Contudo, continuo a dispensar o segundo, quer na versão física, quer na (hedionda) versão televisiva...