quarta-feira, 13 de julho de 2016

terça-feira, 12 de julho de 2016

sexta-feira, 8 de julho de 2016

quinta-feira, 7 de julho de 2016

segunda-feira, 4 de julho de 2016

"o estado em que estão as coisas"





E um Salgueiro Maia que eu nunca tinha visto/ ouvido.

quinta-feira, 30 de junho de 2016

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Goodbye my love goodbye












Ainda de bucho cheio, de mais um almocinho com alheira de javali (numa refeição que acabou por ser oferecida, tão bom!) ficam mais algumas imagens, as últimas, destas belas, aventurosas e inesquecíveis duas semanas.

Parece que ando longe de casa já há uma data de meses, tal a intensidade. Mas confesso saudades da rotina, do trabalho, da bicharada e do quintal. Ainda há mais um bocadinho de descanso hoje, mas a meio da manhã de amanhã regresso a casa. Mais cerca de três horas de autocarro, via túnel do Marão; uma paragem propositadamente mais longa no sempre simpático Porto (a ver se as quatro rodas deixam apetite para uma francesinha!) e depois mais um pedacinho pela ferrovia.

A reflexão "final" fica para mais tarde (quando houver apetite para tal. Penso sempre que vou escrever um testamento mas depois arrasto sempre e nem chego a escrevinhar nada), possivelmente já com algum afastamento do acontecido.

Mas, no fundo, o resumo acaba por ser sempre parecido, quando se trata de viagens, sejam mais ou menos longas, mais ou menos afastadas de casa. É óptimo sair da tão falada "zona de conforto". E depois poder voltar, mais mudad@s. Mais chei@s de mundo, de inspiração, de cores, cheiros e sabores que absorvemos, qual crianças. Fica-me mais rico, sem dúvida. Vê-se mais alto e mais longe. Valorizamos mais o que temos e menos o que pensamos que nos faz falta. Ficamos mais práticos, eliminamos (quase) todos os berliquoques - reais ou imaginários - que nos rodeiam. Sai-nos peso dos ombros. Um peso que só conseguimos tomar quando nos afastamos e percebemos que o Mundo é realmente muito grande (mas ao mesmo tempo tão pequeno). Quando percebemos que somos todos tão iguais nas nossas diferenças. Que conseguimos ver lindeza em tudo o que nos rodeia. Que somos capazes de proezas gigantes, sozinhos ou acompanhados. Que são essas pequenas grandes proezas que nos estruturam por dentro, que nos dão ânimo e que nos fazem confiar em nós. E que viver é, DE FACTO, um privilégio enorme.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Ontem | Hoje 4 x 4






ACIMA: Uma relativamente rápida voltinha de bicla, de chinelo no pé, nas redondezas de Gimonde. Uma luz brutal do Sol de fim de tarde. Um pouco custosa de subir, mas saborosa de descer. 5*

ABAIXO: Um passeio por Vinhais, com uma ida e volta no mini bus, passando por Vila Verde, uma aldeia catita no cimo da serra, de que tantas vezes ouvi falar. Paisagens de cortar a respiração de tão belas. Vinhais, um sítio relativamente pequeno, pelo menos a parte central. Super contente com o Parque Biológico, tão arranjadinho e bem cuidado, que incluiu umas voltinhas no branquinho cavalo "Escolinha". Notas igualmente positivas para a simplicidade e informação organizada do Centro Interpretativo do Parque Natural de Montesinho (que aprendi ter sido a casa do secretário de Salazar) e para a simpatia na recepção e apresentação no recém inaugurado Centro Interpretativo do Porco e do Fumeiro.





Na recta final, amanhã mais uma voltinha a Bragança e sexta sossego aqui em Gimonde, que espero inclua mais uma alheirita de javali :)