domingo, 12 de fevereiro de 2017

Amanhã, à mesma hora!


Hoje, experimentei risotto de legumes, tirado daqui.
Ficou qualquer coisa!
Ingredientes extra: limão (sumo), na parte final, e curcuma (estreia total, ralada aquando a cebola e o alho - a receita tb não tinha alho, julgo).
Para repetir, seguramente :)

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

O Fernando é que a sabia...

"Os sentimentos que mais doem, as emoções que mais pungem, são os que são absurdos - a ânsia de coisas impossíveis, a saudade do que nunca houve, o desejo do que poderia ter sido, a mágoa de não ser outro, a insatisfação da existência do mundo. Todos estes meios-tons da consciência da alma criam em nós uma paisagem dolorida, um eterno sol-pôr do que somos."

"Livro do Desassossego"

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

De repente, (...)

(...) apetece-nos dormir do lado contrário da cama. Passamos a gostar de café sem açúcar. E de favas! Já não vivemos para a noite e preferimos aproveitar os raios do sol. Descartamos quem só estava ali por diversão e restringimos aos que nos dão a mão. Paramos as birras com o mundo. Deixamos de nos preocupar só com nós próprios e precisamos que o outro esteja bem. Descobrimos o lado do avesso e percebemos que é o correcto. Aprendemos a sorrir só porque sim. Percebemos que mostrar sentimentos é uma coisa boa.
Percebemos que mudámos em muita coisa, ainda que sendo a mesma pessoa. E que é tão mais fácil viver assim...
- Rita Leston -
@ Hugues Erre.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Urticária mental

Confesso que os erros gramaticais (orais ou escritos) são das coisas que mais "espécie me mete". Faz-me... comichão, vá.
Eu também me engano (raramente, raramente!), mas esforço-me para que isso não aconteça. E isso faz-se de duas maneiras: conferindo em caso de dúvida e, sobretudo, fazendo uma espécie de agricultura mental, dia após dia, semana após semana, basicamente ao longo da nossa vida inteira!
Nem vou fazer referência ao (des) acordo ortográfico, dá para ver/ler que o considero uma verdadeira palermice e estou-me borrifando para pseudo-novas regras sem sentido...
Mas qual é o motivo concreto deste meu post?! Passo a explicar: Vi-o online, naquela ferramenta que é uma faca de dois (le)gumes e que tem um potencial enorme, para o bem e para os palermas: El Facebook. Alguém (não digo nomes!) queria escrever "eu saio tarde". Vem do verbo sair, portanto. Não há hipótese de confundir com um eventual masculino de saia, ok?! Na mente de quem escreveu, o "i" tem potencial para ser a letra em que se carrega mais na oralidade e saiu esta alarvidade (ai que até me custa escrever...): "saí-o". Isto não pode ser normal... Estão a brincar, certo? Ah, já sei, é um quizz ou um fact check?! Ufff

A sério pessoal, não vos enterreis: entrai numa biblioteca, ao menos uma vez por mês; lê-de um jornal (sem ser o CM) de quando em vez; não sintonizais jamais o canal de tv homónimo, experimentai a RTP2 (ides gostar); tirai os olhos do vosso écran de telemóvel; quando digitardes sms, não useis abreviaturas.

Eu saio
Tu sais
Ele/a sai
Nós saímos
Vós saís
Eles/as saem

P. S.: Possivelmente, haverá alguma gralha neste post, mas juro que dei o meu melhor e que reli tudo antes de postar :)

P. S.2.: Só googlei a segunda pessoa do plural :) Na terceira fiquei 2 segundos na dúvida se tinha um "i", entre o "a" e o "e".

ON/ OFF


Sem extremismos, é um consolo somar cada vez menos tempo em frente à pseudo-janela sobre o mundo. Se pensar em contabilizar os minutos semanais em que ponho os olhos no televisor, e exceptuando alguma coisa pontual que me atraia ou me prenda mais tempo, julgo ser inferior a 60 minutos. O crepitar da lareira, as ondas hertzianas (especialmente quando aos comandos do fogão), o silêncio ou a rua, quando não chove. É tão, tão fácil dizer NÃO.

Às vezes, quando oiço/ leio pessoas (raras) que dizem não ter televisão em casa, soava-me um pouco estranho, porque é, de facto, um dos objectos caseiros a que mais estamos habituados e que (a maioria) valoriza. Como iniciei acima, "sem extremimos", porque há conteúdos interessantes/ importantes e vale a pena ligar de quando em vez. Mas é igualmente importante não querermos comer comida já mastigada e termos consciência que está mesmo à distância de um click: o ON e o OFF :)

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017