terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

8 filmes


“Solaris” (1972) – Andrei Tarkovsky
“My Dinner With Andre” (1981) – Louis Malle
“The Lobster” (2015) – Yorgos Lanthimos [na imagem]
The Truman Show” (1998) – Peter Weir
“The End of Evangelion” (1997) – Hideaki Anno
La planète sauvage” (1973) – René Laloux
“The Social Network” (2010) – David Fincher
“The End of the Tour” (2015) – James Ponsoldt

Artigo completo aqui.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Today



City girl type :)

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Bolas...


"(...) Há em mim uma luta entre o desejo de que te esqueça e o de endoidecer contigo."
Vergílio Ferreira, in "Cartas a Sandra".

inspirações antigas



"I remember as a kid, being captivated by Freddie, the first time I saw him on TV"

Know what you  mean :)

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Bette Davis


E ainda:
uma estupenda playlist, para ouvir amanhã.
e uma mensagem catitaAbove all else, have love in your heart. The only time we have is now. Love yourself. Love each other.

letras

Amou daquela vez como se fosse a última
Beijou sua mulher como se fosse a última
E cada filho seu como se fosse o único
E atravessou a rua com seu passo tímido
Subiu a construção como se fosse máquina
Ergueu no patamar quatro paredes sólidas
Tijolo com tijolo num desenho mágico
Seus olhos embotados de cimento e lágrima
Sentou pra descansar como se fosse sábado
Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe
Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago
Dançou e gargalhou como se ouvisse música
E tropeçou no céu como se fosse um bêbado
E flutuou no ar como se fosse um pássaro
E se acabou no chão feito um pacote flácido
Agonizou no meio do passeio público
Morreu na contramão atrapalhando o tráfego
Amou daquela vez como se fosse o último
Beijou sua mulher como se fosse a única
E cada filho seu como se fosse o pródigo
E atravessou a rua com seu passo bêbado
Subiu a construção como se fosse sólido
Ergueu no patamar quatro paredes mágicas
Tijolo com tijolo num desenho lógico
Seus olhos embotados de cimento e tráfego
Sentou pra descansar como se fosse um príncipe
Comeu feijão com arroz como se fosse o máximo
Bebeu e soluçou como se fosse máquina
Dançou e gargalhou como se fosse o próximo
E tropeçou no céu como se ouvisse música
E flutuou no ar como se fosse sábado
E se acabou no chão feito um pacote tímido
Agonizou no meio do passeio náufrago
Morreu na contramão atrapalhando o público
Amou daquela vez como se fosse máquina
Beijou sua mulher como se fosse lógico
Ergueu no patamar quatro paredes flácidas
Sentou pra descansar como se fosse um pássaro
E flutuou no ar como se fosse um príncipe
E se acabou no chão feito um pacote bêbado
Morreu na contra-mão atrapalhando o sábado

Chico Buarque, "Construção".
@ Edouard Boubat (Nazaré, Portugal, 1956)


e mais letras: "Para além do amor há o teu prazer, a tua beleza, a nossa casa e o tempo a que fazemos os dois frente, para que não ouse passar sem ser por nós."

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017