segunda-feira, 27 de março de 2017

imagens


Num mundo cada vez mais dominado pela imagem (para o bem e para o mal...), há algumas que são tão elucidativas. Dos nossos medos, das nossas alegrias, da nossa realidade, daquilo a que aspiramos, etc. Ou disto tudo junto, até.

Há escassos dias, encontrei esta. E é TÃO gigante...

quarta-feira, 22 de março de 2017

Ninguém É Quem Queria Ser



As notas musicais soam a nostalgia, mas a mensagem é de esperança.

Esperança por dias calmos, por um futuro com paz e junto daqueles que me fazem sentir bem.

Sempre com trabalho e com períodos de escape. Sempre com andebol por perto, gatos, chá, café mokambo e lãs. Que as manhãs tragam sempre a vontade de viver cada dia o melhor que seja capaz. Uma presença com elegância, adjectivo de que tanto gosto quando referente à existência humana. Que a vivacidade e a curiosidade que me lembro de possuir desde menina jamais se me descolem. E a flexibilidade também: aquela de, também desde muito cedo me lembro, num instante, estar ocupada com a mais delicada e feminina actividade e, noutro, arregaçar as mangas numa hercúlea tarefa masculina.

Fica também aqui registada uma daquelas frases que não precisei de escrever quando ouvi, há já uns quantos pares de anos: "Quando pensarem que estou sozinha, lembrem-se de que estou comigo".

Desejos? Somente um, honestamente. A prenda mais preciosa: saúde. Tudo o resto, nos melhores e nos menos bons dias, "a gente" faz força para levar o barco.

P. S.: Pronto, um desejo material: que consiga a tão desejada "alegre casinha", fruto do trabalho das minhas mãos e onde possa plantar raízes fortes de paz, aquela que tenho perdida, há anos de mais.

segunda-feira, 20 de março de 2017

domingo, 19 de março de 2017

Cura pela boca



"Cada boca de comida determina cada gota do sangue."

sexta-feira, 17 de março de 2017

Tal&Qual


Por vezes, "esbarramos" em imagens que são tão nós.

quarta-feira, 15 de março de 2017

Beauty [or] Beast?



Gaja que é gaja, gosta de músicas de gaja.

De quando em vez!

Image


Consigo ver uma beleza quase infinita nesta fotografia, contextualizada aqui. É triste, mas é simultaneamente refrescante... Às vezes, gostava de voltar às aulas de comunicação com a imagem, para analisar determinadas coisas que são tão diferentes do que eram entre 2001-2005.