quarta-feira, 12 de abril de 2017

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Andebol, o 9º estágio




















O cansaço inerente a uma actividade ininterrupta de cerca de 48 horas fica para trás diante da satisfação de uma das actividades mais bonitas da época, para mim, no meu querido andebol. É reconfortante pensar que os mais pequenos não se irão esquecer, tão cedo, destes dias de convívio saudável, de prática desportiva, onde a televisão e os computadores não estiveram presentes e os telemóveis se reduziram à faixa adolescente (e pouco). Apesar das faixas etárias não serem muito díspares, é bonito ver, ano após ano, a entreajuda que acontece, de uma forma natural e saudável, entre todos. Os mais novos olham para os mais velhos com admiração por aquilo que virão a ser um dia. E os mais velhos recordam o que já foram. Todos, em conjunto, caminharam, nadaram, jogaram andebol (claro), saltaram, dormiram, conversaram, desenharam, comeram, brincaram, arrumaram e limparam (a tralha deles!), cozinharam (pizzas e pão). Aprenderam eles e aprendemos nós. Foi o nono. Espero que haja outros tantos e mais ainda.

quarta-feira, 5 de abril de 2017

(mais) inspirações





Se não fossem as inspirações, o que seria de nós?!

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Ainda as coisas simples, agora explicadas em canção



"All I have is all I need, and all I need is here now"

A beleza das coisas simples




Estranho ou esquisito diante dos olhos de algumas existências mais eléctricas. Não é um momento único, é a soma de pequenas magias. As tais invisíveis aos olhos, mas "nuas e cruas" nos corações (de alguns). Não é ser melhor do que os outros, mas sentirmo-nos bem como somos, com as nossas realidades. As coisas simples são as que nos ficam positivamente gravadas. Uma só não chega, é um somatório de bem-estar. É, talvez, a esperança que esperamos nunca nos abandonar, de podermos sempre aspirar a boas vibrações, por mais vibrações menos positivas que possamos encontrar e que andam sempre à espreita, ao virar de qualquer esquina.

segunda-feira, 27 de março de 2017

imagens


Num mundo cada vez mais dominado pela imagem (para o bem e para o mal...), há algumas que são tão elucidativas. Dos nossos medos, das nossas alegrias, da nossa realidade, daquilo a que aspiramos, etc. Ou disto tudo junto, até.

Há escassos dias, encontrei esta. E é TÃO gigante...

quarta-feira, 22 de março de 2017

Ninguém É Quem Queria Ser



As notas musicais soam a nostalgia, mas a mensagem é de esperança.

Esperança por dias calmos, por um futuro com paz e junto daqueles que me fazem sentir bem.

Sempre com trabalho e com períodos de escape. Sempre com andebol por perto, gatos, chá, café mokambo e lãs. Que as manhãs tragam sempre a vontade de viver cada dia o melhor que seja capaz. Uma presença com elegância, adjectivo de que tanto gosto quando referente à existência humana. Que a vivacidade e a curiosidade que me lembro de possuir desde menina jamais se me descolem. E a flexibilidade também: aquela de, também desde muito cedo me lembro, num instante, estar ocupada com a mais delicada e feminina actividade e, noutro, arregaçar as mangas numa hercúlea tarefa masculina.

Fica também aqui registada uma daquelas frases que não precisei de escrever quando ouvi, há já uns quantos pares de anos: "Quando pensarem que estou sozinha, lembrem-se de que estou comigo".

Desejos? Somente um, honestamente. A prenda mais preciosa: saúde. Tudo o resto, nos melhores e nos menos bons dias, "a gente" faz força para levar o barco.

P. S.: Pronto, um desejo material: que consiga a tão desejada "alegre casinha", fruto do trabalho das minhas mãos e onde possa plantar raízes fortes de paz, aquela que tenho perdida, há anos de mais.

segunda-feira, 20 de março de 2017