quarta-feira, 19 de abril de 2017
segunda-feira, 17 de abril de 2017
31 da Armada
“De vez em quando, acontece uma pequena coisa que nos
lembra quem somos.
Um tipo nasce
um calhau, depois vai sendo esculpido e depois levam-no a passear, põem-no em
exposição, tiram-lhe fotografias, penduram-lhe coisas ao pescoço, dão-lhe o
suposto mundo, e, às tantas, uma pessoa já não sabe se é a pedra original, a
estátua – por mais bruta ou primária – nela esculpida, ou tudo quanto lhe
puseram em cima. É a diferença entre o excesso que se tirou e o supérfluo
acrescentado.
Às vezes,
esquecemo-nos, mas o que somos é o que está ali no meio.
Como tivemos a
sorte de viver até ver o dia de hoje – e, tudo correndo bem, também o de amanhã
– foi-nos pedido em contrapartida que tivéssemos bastante mais elasticidade do
que aqueles que nos precederam. Viajaríamos mais, veríamos mais, leríamos mais,
ouviríamos mais, provaríamos mais, conheceríamos mais – também tínhamos de
compreender mais. (…)
quarta-feira, 12 de abril de 2017
segunda-feira, 10 de abril de 2017
Andebol, o 9º estágio
O cansaço inerente a uma actividade ininterrupta de cerca de 48 horas fica para trás diante da satisfação de uma das actividades mais bonitas da época, para mim, no meu querido andebol. É reconfortante pensar que os mais pequenos não se irão esquecer, tão cedo, destes dias de convívio saudável, de prática desportiva, onde a televisão e os computadores não estiveram presentes e os telemóveis se reduziram à faixa adolescente (e pouco). Apesar das faixas etárias não serem muito díspares, é bonito ver, ano após ano, a entreajuda que acontece, de uma forma natural e saudável, entre todos. Os mais novos olham para os mais velhos com admiração por aquilo que virão a ser um dia. E os mais velhos recordam o que já foram. Todos, em conjunto, caminharam, nadaram, jogaram andebol (claro), saltaram, dormiram, conversaram, desenharam, comeram, brincaram, arrumaram e limparam (a tralha deles!), cozinharam (pizzas e pão). Aprenderam eles e aprendemos nós. Foi o nono. Espero que haja outros tantos e mais ainda.
quarta-feira, 5 de abril de 2017
segunda-feira, 3 de abril de 2017
Ainda as coisas simples, agora explicadas em canção
"All I have is all I need, and all I need is here now"
A beleza das coisas simples
Estranho ou esquisito diante dos olhos de algumas existências mais eléctricas. Não é um momento único, é a soma de pequenas magias. As tais invisíveis aos olhos, mas "nuas e cruas" nos corações (de alguns). Não é ser melhor do que os outros, mas sentirmo-nos bem como somos, com as nossas realidades. As coisas simples são as que nos ficam positivamente gravadas. Uma só não chega, é um somatório de bem-estar. É, talvez, a esperança que esperamos nunca nos abandonar, de podermos sempre aspirar a boas vibrações, por mais vibrações menos positivas que possamos encontrar e que andam sempre à espreita, ao virar de qualquer esquina.
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