sexta-feira, 16 de junho de 2017
terça-feira, 13 de junho de 2017
Manhãs radiofónicas
Encantadora a música, a história dela e a dele.
"Quanto estamos presos, e muito tempo presos, e as notícias começam a rarear, nós começamos a ter o seguinte raciocínio, que é verdadeiro, é verdadeiro: o mundo está cheio de gente, nós estamos aqui presos porque lutámos para que o mundo fosse melhor e ninguém se importa connosco, aqui... Vamos morrer aqui, esquecidos. (...) E aquela cantiga veio-nos dizer exactamente o contrário: que havia, pelo menos, uma pessoa no mundo - que eu não conhecia, nenhum de nós conhecia - que efectuou a cantiga lembrando-se de nós:"
segunda-feira, 12 de junho de 2017
Céu
Fisicamente, o céu é igual para todos. Depois, no mundo virtual, cabe a cada um pintá-lo de um azul mais bonito, pôr um sorriso no Sol, acrescentar ou tirar nuvens, dar-lhe um brisa leve ou, quiçá, alguma nebulosidade. Fica ao critério e ao mood de cada qual :)
E mais apontamentos, para ler aqui:
É preciso parar e perguntar-se três coisas que
constituem a base de uma personalidade equilibrada: “Quem sou”, “para onde vou”
e “com quem”.
Cortar as ambições excessivas também dá muita paz, tal
como colocar ordem nos horários, na casa.
Se amarmos o que fazemos no trabalho sabemos que
estamos na via certa. A cultura, que é conhecimento, liberta-nos.
Quando perdemos a curiosidade ficamos mais pobres.
Ficamos velhos quando olhamos mais para trás do que para a frente e a memória toma o lugar da ilusão.
Quando perdemos a curiosidade ficamos mais pobres.
Ficamos velhos quando olhamos mais para trás do que para a frente e a memória toma o lugar da ilusão.
sexta-feira, 9 de junho de 2017
Autoflagelação
Já postei esta música aqui, possivelmente mais do que uma vez.
Cada música toca cada pessoa por diferentes motivos, que são pessoais e intransmissíveis. Inexplicáveis também, alguns.
Esta é especial, não sei exactamente porquê. Mas sei que, qual terramoto, tem um epicentro bem fundo cá dentro.
Por vezes, mais do que um simples apetecer, acho que tenho necessidade de a (re) ouvir.
Imagine-se que nos picamos com uma agulha de costura, daquelas picadas inesperadas mas que doem durante uns segundos e passam logo a seguir. Ou quando temos uma qualquer ferida ou lesão e, embatendo em algum objecto, fica ali a moer, a moer. E depois também passa.
Hoje, é um desses momentos.
Vou aumentar o som e autoflagelar-me um pouco, se me dão licença. BRB
**
Aproveito, ainda, para fazer um duplo exercício e repescar outro belo hit, desta vez do belíssimo tuga Palmex. Cito um excerto: "no bairro do amor cada um tem que tratar/ das suas nódoas negras sentimentais". E o resto é conversa.
Mia Couto
Este blogue também serve para isso. Auxiliar de memória, sobre coisas para ver/ ouvir/ pesquisar mais tarde.
quarta-feira, 7 de junho de 2017
ordinary words
quote
daqui
ainda
vivia no Paraíso mas trabalhava que me fartava
e o
mundo em silêncio de pessoas
a
minha cabeça teórico-imaginativa
a
impotência mata-me, seja ao perto ou ao longe
As
cores saturadas de vida contra o mundo neutro de cinza a saltarem aos olhos
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