segunda-feira, 3 de dezembro de 2018
Criações
Na sequência do post abaixo, acima uma das criações do fds. Os pauzinhos são os mesmos que se usam para fazer espetadas :) Esta peça vai direitinha para um embrulho de Natal.
sexta-feira, 30 de novembro de 2018
Uma espécie de diamante
Já aqui tive ocasião de escrever, pelo menos uma vez, que a minha querida e saudosa avó (falo sempre no singular porque só conheci uma) deixou no meu coração e nas minhas mãos uma arte (da qual só vou dominando algumas técnicas, há muito espaço para aprender/ aperfeiçoar) que é uma espécie de diamante. Um diamante que eu gostava muito de ter tempo, espaço físico, (mais algumas) ferramentas e (mais alguma) matéria-prima para desenvolver. Poderia largar, neste momento, o que faço na actualidade e apostar, a fundo, nesse, digamos, sonho. Poder, podia. Mas e o sustento até esse sonho dar efectivo retorno que me permitisse o sustento? Mas é justamente aí que reside a audácia, não é verdade? Bem, mas até ganhar eventual coragem, vamos ver se este pequeno projecto (sobre o qual adormeci a pensar, de tanto entusiasmo!) ganha personalidade jurídica para ser ofertado nas proximidades do próximo dia 24. Tentarei postar aqui o resultado final.
quinta-feira, 29 de novembro de 2018
quarta-feira, 28 de novembro de 2018
TV
Eu sei que trabalho num (pequeno) projecto de tv online. Mas também sei que, em todas as peças que gravo e edito, não há uma ponta de folclore. O esforço é fazer um trabalho essencialmente cultural, que as pessoas necessariamente vejam na hora (não é preciso serem muitas!), mas que (re)descubram daqui a uns largos meses/ anos. Feita esta espécie de contextualização, tem início o post propriamente dito :)
A meio caminho entre o trabalho e casa, há um café onde costumo parar praticamente todos os dias. Por norma de manhã, para trazer um pãozinho de sementes, um croissant de chocolate ou um folhado misto para o pequeno-almoço. Um de cada vez, pois claro, conforme cada alvorada faz apetecer. E depois à hora de almoço, para tomar o café (felizmente, não sou viciada na cafeína, mas sabe bem parar ali um bocadinho). Lá no alto, há uma televisão que, por norma, está sempre naquele canal que começa com um T e acaba num I, e tem um V no meio. Felizmente não há ali cabo, pois certamente estaria no outro das duas letras, homónimo do jornal mais lido de Portugal blhacccccc (aos Domingos, felizmente, costuma estar na 2, a dar os bonecos bem de manhãzinha, e à beira do almoço na antecessora numérica). Bem, mas voltando a ontem, quando lá entro, por norma estão a dar as notícias, que vou ouvindo (não tenho outro remédio) e para as quais me esforço para não olhar. E da mesma maneira que me faz bastante confusão as pessoas que não tiram os olhos do telemóvel (quantas, na conferência do post abaixo, estavam presentes, mas a estabelecer outras mini conferências por essa via. Obviamente que haverá assuntos mais ou menos urgentes/ importantes, mas valha-me Deus. Temos de estabelecer limites, não?!). Fechados os parêntesis, estavam então quatro pessoas, para além de mim, também na pausa do café, mas com os olhos pregados no écran. Claro que podem olhar (quem sou eu!), mas as escassas vezes que abriram a boca foi para tecer pseudo-comentários sobre o que iam vendo. Julgo que nem para responder ao meu "boa tarde" houve reacção sem ser ao noticiário. Fez-me/ Faz-me muita confusão. Mesmo.
Atenção: Eu gosto bastante de ouvir notícias. Amo de paixão o noticiário da RTP2 (sinceramente, acho que é um dos melhores). Mas também leio, fisica e virtualmente, as notícias. Não sou info-excluída, nem o poderia ser, dada a minha formação e profissão! E existência, já agora :)
Nem a propósito."Não tenho paciência p'rá televisão/ Eu não sou audiência para a solidão".
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Sobre o Netflix, que optei por ter só a versão de ver no telemóvel, tenho descoberto e visto alguns muito bons achados. Alguns deles tenho também partilhado aqui neste blogue, de resto. Mas tenho tido um péssimo hábito nos últimos tempos que é ver na antecipação ao sono, já com a luz do quarto desligada. Ontem, felizmente, isso não aconteceu. Até porque os bons achados estão escassos... Mas tenho sentido que esta prática me tem prejudicado, de certo modo. E não sei, mesmo, se as quase sistemáticas insónias, ali a rondar o intervalo das 3h30/ 5h00, não serão reflexo disso mesmo. Por acréscimo, também deve haver alguma influência destas noites gigantes de Inverno. Mas enfim, há dois hábitos que quero/ preciso recuperar: o da leitura e o dos trabalhos manuais. Daqui a uns tempos (não sei quando...), espero conseguir fazer na MINHA casa velho-nova um cantinho onde possa ter, em especial, esta última tarefa sempre à mão de semear.
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Last, but not least, uma coisa mesmo boa. Espero conseguir ir espreitar, pelo menos o Super Market!
sexta-feira, 23 de novembro de 2018
So proud
My name is there!
Tentarei partilhar aqui pelo menos um trecho, mais não seja sonoro, do trabalho audiviosual cuja edição ainda tenho entremãos, por estas horas :)
quinta-feira, 22 de novembro de 2018
terça-feira, 20 de novembro de 2018
Armas do bem
Desde há largos meses, tenho pensado insistentemente nisto. Algo que, cá dentro, sinto como uma constatação. Não será uma norma, mas em alguns casos de famílias disfuncionais (duas palavras que, à partida, podem soar a antítese...), usar um avental é como envergar uma arma. Mas uma arma do bem. Muito para além de proteger a roupa de nódoas e outras coisas que tais, pode também funcionar como uma espécie de escudo virtual.
segunda-feira, 19 de novembro de 2018
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