quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

"Potenciação do efémero", no fecho de 2019



Ontem, na audição televisiva que dava conta da mensagem de Natal escrita do PR, estas palavras palavras soaram-se-me com especial destaque. É um assunto que, também a mim, causa preocupação e que me faz ter vontade de o pensar e de praticar o seu contrário, como estilo de vida privilegiado.

Fica este post possivelmente como o último do 13º ano deste blogue, ao qual tenho vindo cada vez menos, em consonância com o parágrafo acima lol. Mas conto ir mantendo o dito em 2020, quando se justificar mesmo, mesmo, mesmo.

Tchim tchim

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Nota: texto integral, do excerto acima, para ler aqui.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Rádio Miúdos

Este projecto é super giro e eu também ando por lá, a acompanhar.
O "Jornal de Leiria" retratou e vai havendo mais pormenores aqui.
Amanhã já é quinta-feira outra vez!


segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

O primeiro café



No seguimento d' "as pequenas coisas que nos fazem (muitíssimo) felizes", o primeiro café na corrente, para mais tarde recordar!

quarta-feira, 13 de novembro de 2019

O que nos faz felizes


Isto dos gostos, não se discutem (mas podem, e devem, ser falados e partilhados!) e cada um tem os seus. Vale para coisas físicas, mas também para as abstractas. 
Hoje voltei a pensar e, mais forte do que isso, a sentir, que o Outono me faz muito feliz. E esse sentimento aumenta quando os pés entram numas botas de cano. 
Mas a escala continua a subir: o contentamento prossegue o ascendente quando os pés caminham pela erva molhada. E pela terra. Quando convivem com os bichos. E com as plantas. 
Está dito/ escrito :)   


quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Imprensa & teatro


Mais uma adorada incursão mensal na escrita, com esta modesta coluna.

E mais algumas escritarias, agora também online, aqui.



E depois de amanhã, há mais luz e som teatrais, desta vez em Vila do Conde.


sexta-feira, 18 de outubro de 2019

90's


Saber/ ler mais aqui.

segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Tu, por uma noite


Volto a este blogue, que tem estado tão deslargado nos últimos tempos, para falar de ti.

12 anos volvidos, quis o destino que eu tenha estado na tua terra, da qual me falaste uma vez ou outra. Na minha recente incursão na técnica e no som teatral, estive por lá uns bons pares de horas. Guardei muito cá dentro a emoção de que essa breve viagem se revestiu. Essa é uma das aprendizagens que nos dá a idade, julgo eu. Para o melhor e para o menos bom, vamo-nos contendo relativamente a coisas que não podemos mudar, apesar de querermos. Coisas que ficaram lá atrás e que não voltam.

Pelos vidros da carrinha, vi as casas, os campos, uma tabela de basquete num terreiro e tantos outros detalhes parecidos com a terra da qual eu sou. Tantas semelhanças.

Depois, o sotaque de que gosto tanto e alguns trejeitos de fala parecidíssimos com os que tu tinhas. E que ainda deves ter, imagino.

A viagem daqui a lá foi o pulinho. Eu ia ter gostado de a ter feito mais vezes. E que tu também a pudesses ter feito em sentido contrário. Na verdade, foi isso que aconteceu connosco. Cada um fazia a sua viagem e, naquele Verão bonito, os caminhos cruzaram-se. E esfumaram-se.

Chegados à hora do espectáculo, as portas abriram para a sala da junta de freguesia onde a peça decorreu. E senti o meu coração bater mais forte. Porque a cada pessoa que entrava, imaginava que pudesses ser tu. E imaginei também que o rapaz alto pode ter sido teu parceiro de tardes desportivas; que a rapariga com a menina ao colo pode ter sido tua colega de escola; que a senhora de blazer pode ter sido tua professora primária; que o senhor de óculos pode ter sido teu vizinho.

Em suma, o último sábado foi uma viagem dentro de outra viagem. Mas já voltei das duas.

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A banda sonora deste desabafo é a mesma que fez tanto sentido nessa altura e que descreve tão, mas tão bem tudo o que senti. E que não deixei de sentir, na verdade, mas que agora está guardado na gaveta do fundo. Porque é lá que tem de ficar.