segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

Netflix, latest

Ainda antes de terminar "As Inseparáveis", abaixo, dei uma espreitadela n' "A Cidade Invisível", acima, e já não consegui terminar antes de ver tudinho. É muito bom!



 

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

Primeiro do ano


 Até que enfim: o primeiro post do novo ano! Neste blogue quase à beira do esquecimento :/

A ver se embalo para presenças mais assíduas, neste mundo/ tempo tão... complexo.

'Nos entretantos', sai um pseudo-regresso à escola, porque a roda não pára e em 20 anos muita coisa mudou.

Mais logo à noite e amanhã ao longo do dia, a primeira experiência (de várias/ muitas?) integralmente online @ Cenjor.

Siga a rusga.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

Referências



 Quando as referências se vão, mas não se apagam. 

Da mais recente partida, fica o trailer de um dos filmes mais emotivos que vi na minha vida. 

terça-feira, 15 de setembro de 2020

quarta-feira, 22 de julho de 2020

ti Laurinda


A ti Laurinda faleceu esta noite. Minha tia por afinidade e, simultaneamente, julgo que também uma espécie de segunda avó. A última vez que a vi terá sido algures em finais de Fevereiro ou inícios de Março. Neste contexto pandémico nunca mais a vi, nem lhe falei, nem a ouvi. Gostava muito de a visitar, junto com o meu tio. Eram um exemplo de amor entre eles, apesar das dificuldades físicas que a vida traz com a idade, de paz e de simplicidade. Criaram quatro filhos, todos queridos, lutadores e amigos. Contava-me muitas vezes (acho que às vezes nem se apercebia da repetição de algumas dessas histórias) da amizade entre o marido dela, que é meu tio de sangue, e o meu pai. Coisas dos tempos de rapazotes e também da Guerra Colonial.

Vou recordar-me muito quando levava o meu bocadinho de café Mokambo embrulhado num papel e ia lá beber a seguir ao almoço, à lareira, na chávena quase centenária que ela lá tinha.

Laurinda é um nome muito bonito. E a ti Laurinda também era. Não sei se ela sabia, porque nunca lho disse, mas ensinou-me muito. Julgo que a resiliência terá sido uma das coisas, que tanto me tem ajudado ao longo dos anos. Já tinha pensado muitas vezes que provavelmente nunca mais iria subir a rua empedrada para a visitar junto à capela. Mas tenho muito orgulho em ter assentado nas proximidades dessa mesma rua e de continuar a ouvir o mesmo sino que de lá ecoa.

Uma vez li ou ouvi algures que uma pessoa só desaparece verdadeiramente quando desaparecer a última pessoa que se recordar dela. Da minha parte, a ti Laurinda vai continuar aqui, num lugar quentinho do coração.


terça-feira, 21 de julho de 2020

segunda-feira, 20 de julho de 2020

Teatro Olimpo



De volta aos comandos da luz e do som teatral, na versão "com máscara". O regresso foi no último sábado, ao Norte: Mosteiró, em Vila do Conde. Próxima, em meados de Agosto, dentro de portas.

terça-feira, 30 de junho de 2020

Felicidade













Ainda não tive filhos (nem os deverei vir a ter), nem escrevi nenhum livro. Mas já plantei diversas árvores. E, a par com estes três "itens", julgo que ter uma casa (não importa se é um apartamento, um casarão, uma casa a estrear ou reaproveitada, desde que cumpra os desejos do respectivo dono), é uma das felicidades maiores e, no meu caso particular, de realização serena que se pode sentir. É isso mesmo que se me tem incorporado a existência nos últimos meses. Acho que ainda não tinha conhecido esta felicidade, que é mansinha e avassaladora, ao mesmo tempo. Conto escrever mais a respeito nos próximos tempos, aqui neste recanto (do qual me tenho afastado nos últimos tempos), por hora ficam alguns cliques.